O impacto das redes sociais na produtividade de pesquisadores

Estudo sobre o papel das redes sociais informais sobre a produtividade de pesquisadores em psicologia, no Brasil, sugere dois resultados bastante interessantes. O primeiro revela que, para esses profissionais, trabalhar em conjunto depende do quanto compartilham ideias teóricas e metodológicas, processo que produz afinidades pessoais e profissionais. O segundo resultado diz respeito à falta de coesão das redes sociais e escassez de laços nas áreas da psicologia escolar, educacional, clínica e social.

Realizado com 417 pesquisadores que responderam a questões sobre as atividades que realizavam em seu trabalho e sobre os colegas com quem costumavam se associar, o levantamento foi realizado pelas pesquisadoras Elaine Rabelo Neiva e Carolina Carvalho Fussi (ambas da Universidade de Brasília) e Ariane Agnes Corradi (Universidade Federal de Minas Gerais). O estudo incluiu a análise dos currículos Lattes dos participantes, com o objetivo de avaliar o quanto eles produziram nos três anos subsequentes à pesquisa. O artigo faz parte da revista Estudos de Psicologia(Campinas), vol. 33 nº 1, Campinas, jan./mar. 2016.

Fonte: SciELO Brasil

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