Estatística do H1N1 e dengue

402 mortes por H1N1 em SP e 1,2 milhão de casos registrados de dengue em 2016

Entre 3 de janeiro e 4 de junho, foram notificados 31.259 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave, dos quais 16.793 tiveram amostra processada. Destes, 32,2% foram classificados como Influenza, sendo a imensa maioria (84,7%, ou 4.582) H1N1.

O Sudeste lidera o número de casos de H1N1 no período, com 2.280, seguido pelo Sul (1.339), Centro Oeste (563), Nordeste (229) e Norte (170). Os óbitos por Influenza A já atingiram 886 notificações, sendo 402 apenas no estado de São Paulo.

Dengue

Entre o período de 3 de janeiro a 14 de maio, 1.227.920 de ocorrências prováveis de dengue foram registradas no Brasil. A Região Sudeste lidera o número de notificações, com 731.746 casos, representado 59,6%, em comparação às demais regiões. Os dados fazem parte do levantamento da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde.

A Região Nordeste aparece com 246.354 ocorrências (20,1%). Em seguida, Centro-Oeste (131.908; 10,7%), Sul (85.878; 7%) e Norte (32.034; 2,6%). O relatório também menciona o descarte de 349.036 notificações.

O Sudeste ainda apresentou o maior número de casos graves, com 217 registros, e 2.163 com sinais de alarme. No País, houve uma redução de 61% no número de óbitos por dengue, com 266 confirmações, contra 684 no mesmo período de 2015.

Febre de chikungunya

Em 2016, até o dia 7 de maio, houve 83.678 registros de febre de chikungunya no País, com destaque para o Nordeste, com 127,8 casos/100 mil habitantes. Até o momento, foram confirmadas 16 mortes pela doença, nos estados de Pernambuco (9), Paraíba (2), Rio de Janeiro (2), Rio Grande do Norte, Maranhão e Piauí, com uma morte cada.

Vírus Zika

O Brasil já registrou 138.108 notificações prováveis de febre pelo vírus Zika até 7 de maio, com incidência de 67,6 ocorrências por 100 mil habitantes.

O Monitoramento de Casos de Microcefalia no Brasil do Ministério da Saúde comunicou que até o dia 11 de junho foram registrados 7.936 casos de recém-nascidos, natimortos, abortamentos ou fetos para microcefalia e/ou outras alterações congênitas.

O Nordeste apresenta o maior número de notificações, com 5.935 (74,8%). Em seguida vêm as regiões Sudeste (1.144; 14,4%), Centro-Oeste (430; 5,4%), Norte (294; 3,7%) e Sul (133, 1,7%).

Dos casos registrados no País, 3.047 (38,4%) ainda estão sendo analisados, 4.889 foram investigados e classificados, tendo 1.581 confirmados para microcefalia e/ou alterações do sistema nervoso central e 3.308 descartados.

Fonte: APM

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