Pesquisadora desenvolve novo método para tratar espinha bífida

Ex-pesquisadora da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), Denise Araujo Lapa Pedreira, desenvolveu método de correção pré-natal da mielomeningocele fetal. O procedimento, que utiliza a abordagem alemã fetoscópica, também chamada de SAFER, é mais seguro tanto para a mãe quanto para o feto e também menos invasiva. O procedimento se assemelha a uma laparoscopia, mas, ao contrário desta, é necessário usar uma ultrassonografia para identificar a placenta, o feto e a lesão.

A doutora coordena a linha de pesquisa no Hospital Albert Einstein e já realizou mais de 40 cirurgias.

A mielomeningocele fetal, mais conhecida por espinha bífida ou apenas mielo, é resultado de um defeito congênito no fechamento das estruturas que protegem a coluna vertebral, deixando a medula exposta ao líquido amniótico da placenta, o que ocasiona comprometimentos motores e neurológicos ao bebê.

A técnica de Denise vem chamando atenção de médicos do mundo todo. No dia 20 de janeiro, ela viajou com sua equipe até Israel para operar duas mães no Hospital Hadassah: uma israelense e outra palestina.

As equipes médicas brasileira, israelense e palestina assistiram à técnica da doutora Denise juntas na sala de cirurgia.

Israel é o primeiro país a adotar a técnica brasileira para correção da mielo.

Fonte: Jornal da USP

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