Análise de amostras obtidas a partir de macacos infectados pelo vírus circulante no surto de 2017 identificou alterações no genoma viral. Possíveis impactos para a saúde pública ainda precisam ser investigados.

Resultados foram publicados na revista científica Memórias do Instituto Oswaldo Cruz. Saiba mais em www.ioc.fiocruz.br

Fonte: Fiocruz

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