Leucemia linfoblástica aguda ganha novo tratamento

O novo medicamento Oncaspar (pegaspargase) será mais uma opção para o tratamento de pacientes diagnosticados com leucemia linfoblástica aguda (LLA). O medicamento foi registrado como produto biológico novo, de acordo com a resolução RDC 55, de 16 de dezembro de 2010. A publicação do registro foi feita nesta segunda-feira (12/6).

Como Oncaspar atua?

Oncaspar contém pegaspargase, que é uma enzima que decompõe a L-asparagina, um componente importante das proteínas, sem o qual as células não podem sobreviver. As células normais podem fabricar asparagina para si próprias, ao passo que algumas células cancerígenas não o fazem. Oncaspar reduz o nível de asparagina nas células cancerígenas do sangue e impede as células cancerígenas de crescer.

Qual é a indicação do Oncaspar?

O produto Oncaspar (pegaspargase) foi aprovado para as seguintes indicações terapêuticas: “Oncaspar é indicado como um componente da terapia antineoplásica combinada de pacientes com leucemia linfoblástica aguda (LLA)”.

Fonte: Anvisa

ABRASCO promove 7º Simpósio Brasileiro de Vigilância Sanitária

O 7º Simpósio Brasileiro de Vigilância Sanitária (SIMBRAVISA), uma iniciativa da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO) que tem o apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) acontece de 26 a 30 de novembro, em Salvador, Bahia.

O tema central será o Sistema Único de Saúde (SUS) e seu Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS), a fim de promover reflexões críticas, debates e diálogos entre a academia, os serviços de vigilância sanitária e a sociedade civil em defesa do SUS e dos direitos sociais.

 

Programação completa e mais informações aqui.

Local:
Bahia Othon Palace
Av. Oceânica, 2294 – Ondina,  Salvador – BA
CEP: 40170-010  Salvador/BA

Fonte: Secretaria da Saúde de SP

Recife inicia a última fase de testes da vacina contra dengue

A terceira e última etapa dos testes da vacina contra a dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan, principal produtor de imunobiológicos do Brasil, já está em andamento em Manaus (AM), Boa Vista (RR), Porto Velho (RO), em três centros no Estado de São Paulo (Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo), em Fortaleza (CE), Aracaju (SE), além de Porto Alegre (RS), Campo Grande (MS) e Cuiabá (MT) e agora está sendo testada em Pernambuco (Recife).

Após os testes e aprovação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) passará a ser produzida em larga escala pelo Butantan.

A vacina imunizará, em uma única dose, contra os quatro tipos de vírus (da dengue).

A vacina do Butantan, desenvolvida em parceria com os Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos (NIH, na sigla em inglês), é produzida com vírus vivos geneticamente enfraquecidos.

Nesta última etapa da pesquisa, os estudos visam comprovar a eficácia da vacina. Do total de voluntários, dois terços receberão a vacina e um terço receberá placebo, uma substância com as mesmas características da vacina, porém sem os vírus. Nem a equipe médica nem os participantes saberão quais voluntários receberam a vacina e quais receberam o placebo.

saiba mais…

Fonte: Governo do Estado de São Paulo

Alerta sobre superbactérias

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) vai divulgar nesta semana um alerta sobre a confirmação da presença no Brasil de bactérias portadoras do gene mcr-1, capaz de torná-las imunes à Colistina, uma classe de antibióticos considerada como a última arma para combater bactérias multirresistentes.

O comunicado de risco será encaminhado para todos os hospitais com leitos de unidade de terapia intensiva.

No documento, a Anvisa reforça a necessidade de equipes de saúde ficarem atentas para o risco, lista quais medidas são necessárias para diagnóstico e quais providências devem ser adotadas no caso de confirmação da presença de bactérias portadoras desse gene.

Foram confirmados no Brasil até o momento três pacientes contaminados pela bactéria Escherichia coli, portadora da mutação – dois casos em São Paulo e um no Rio Grande do Norte. Há ainda outros três casos em análise, no Instituto Adolfo Lutz, de São Paulo.

saiba mais…

Fonte: O Estado de S. Paulo.

Testes da vacina de dengue em fase final

O Instituto Butantan inicou, no dia 17 de agosto os testes em humanos da primeira vacina brasileira contra a dengue.

A Santa Casa de Misericórdia de São Paulo realiza esta última etapa de testes com cerca de 1,2 mil pessoas de 18 a 59 anos.

Após estes testes a vacina será submetida à aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e, caso seja aprovada, será produzida pelo Butantan e disponibilizada para campanhas de imunização em massa na rede pública de saúde em todo o Brasil.

Os testes também já estão em andamento em Manaus, Boa Vista e Porto Velho, na Região Norte; em dois centros no Estado de São Paulo (Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto), em um centro de pesquisas de Fortaleza e em Porto Alegre, totalizando 14 instituições de pesquisa credenciadas pelo Butantan.

No total a vacina será testada em 17 mil voluntários em 13 cidades do Brasil.

A vacina do Butantan, desenvolvida em parceria com os Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos (NIH, na sigla em inglês), é produzida com vírus vivos, mas geneticamente enfraquecidos, portanto não possuem potencial para provocar a doença. A vacina deve proteger contra os quatro sorotipos da dengue com uma única dose”, explicou o diretor do Butantan, Jorge Kalil.

 

Fonte: Portal Brasil, com informações da Agência Brasil

Sancionada sem vetos lei que autoriza uso de fosfoetanolamina

A presidente Dilma Rousseff sancionou, sem vetos, a lei que autoriza pacientes com câncer a usarem a fosfoetanolamina sintética antes de seu registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (14). A norma originou-se do Projeto de Lei da Câmara (PLC) 3/2016, que foi aprovado no Senado no final de março.

Pelo texto, o paciente deve apresentar laudo médico que comprove o diagnóstico de câncer e assinar termo de consentimento e responsabilidade. O uso da substância é definido como de relevância pública.

A lei autoriza a produção, importação, prescrição, posse ou uso da substância independentemente de registro sanitário, em caráter excepcional, enquanto estiverem em curso estudos clínicos acerca do produto. Para produzir, importar, prescrever e distribuir a substância, os agentes precisam ser regularmente autorizados e licenciados pela autoridade sanitária competente.

Utilização

Conhecida como “pílula do câncer”, a fosfoetanolamina é uma substância que imita um composto que existe no organismo, identificando as células doentes e permitindo que o sistema imunológico as reconheça e as remova. Pesquisas sobre o medicamento vêm sendo feitas pelo Instituto de Química de São Carlos, da Universidade de São Paulo (USP), há cerca de 20 anos. O órgão fazia sua distribuição de forma gratuita.

Em 2014, a droga parou de ser entregue, depois de uma portaria  da USP determinar que substâncias experimentais deveriam ter todos os registros antes de serem liberadas à população. Sem a licença, pacientes passaram a conseguir a liberação na Justiça, por meio de liminares. Em razão da polêmica, os Ministérios da Saúde e da Ciência e Tecnologia decidiram financiar estudos para avaliar a segurança e a eficácia do composto.

Fonte: Agência Senado

Nova fábrica do Instituto Butantan prevê aumento da fabricação de soros

butantanO Instituto Butantan concluiu a reforma e ampliação de sua fábrica de soros para o tratamento de picadas de animais peçonhentos, como serpentes, aranhas e escorpiões, além de raiva, botulismo, difteria e tétano, em humanos.

O objetivo da obra foi atender a uma solicitação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para que os fabricantes de soro no Brasil modernizassem as instalações de suas fábricas, a fim de atender os novos padrões de produção de medicamentos no Brasil, sem os quais não será mais possível a produção e a venda dos produtos para o Ministério da Saúde.

A instituição produz atualmente 400 mil ampolas por ano de 13 diferentes tipos de soro.

Com a reforma e ampliação, a capacidade de produção da nova fábrica poderá aumentar em até 75%, chegando a 700 mil ampolas por ano.

A previsão é que a fábrica esteja em plena operação no início de 2016.

saiba mais…

Fonte: FAPESP