Uso de Aedes Aegypti transgênico

dengueA justiça autorizou a Oxitec, em ação contra a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) a comercializar o mosquito Aedes Aegypti modificado. O parecer utilizado para a decisão foi o da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), que é favorável pela espécie transgênica “não apresentar riscos ao meio ambiente, aos seres humanos e aos animais quando comparada à mesma espécie não geneticamente modificada.” A Oxitec, empresa criada em Oxford em 2002, desenvolve soluções sustentáveis para controle de insetos que espalham doenças e prejudicam plantações. Margareth Capurro, professora do Departamento de Parasitologia do Instituto de Ciências Biomédicas da USP, explicou como a espécie de mosquito é modificada para controle de população.

A bióloga conta que o inseto transgênico foi apresentado pela primeira vez em 2003, portanto, é um produto que vem sendo testado em laboratório há muitos anos. Margareth Capurro explica que os mosquitos modificados são sempre os machos. A alteração genética faz com que todas as ovas da fêmea que cruzar com aquele mosquito morram. Assim, reduz-se a população daquela área em questão. Ela ressalta que o problema com a ANVISA é a regulamentação dessa espécie, mas que se sabe que a área “tratada” com mosquitos transgênicos não traz problemas para a população.

Segundo a especialista, o inseto geneticamente modificado deve fazer parte de um controle integrado. Ou seja, é necessário observar todos os diferentes criadouros (vasos de planta, reservatórios de água, lixo, garrafas PET, tampas de garrafa, postes, etc.). O mosquito transgênico alcança lugares que o homem não alcança, mas é necessário um trabalho de capacitação e conscientização, não só dos agentes de saúde, mas também de empresas e da sociedade.

Fonte: Jornal da USP

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Novo remédio biológico para tratamento de cânceres é aprovado pela Anvisa

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro de um novo produto biológico para o tratamento de cânceres de bexiga e de pulmão.

O Tecentriq (atezolizumabe) é um anticorpo monoclonal. Isso significa que uma proteína presente no medicamento se liga a outra, encontrada em células doentes, e aumenta a capacidade de defesa do sistema imunológico.

A medida prevê que o remédio seja usado por adultos que já tenham passado por quimioterapia para tratar carcinomas uroteliais. O Tecentriq também é indicado para pacientes com câncer de pulmão, mesmo que já tenham passado por quimioterapia.

Fonte: Governo do Brasil, com informações da Anvisa

Anvisa oferece curso gratuito e online

Anvisa disponibiliza gratuitamente, em parceria com o Hospital Moinhos de Vento o curso Boas Práticas de Inspeção em Serviços de Diálise.

Conhecer os aspectos fundamentais para o bom funcionamento dos serviços de diálise que devem ser considerados durante as inspeções da Vigilância Sanitária é o objetivo do curso.

O curso, oferecido gratuitamente e online pode ser realizado até o dia 1 de dezembro de 2017 e tem carga horária de quatro horas.

A capacitação em Boas Práticas de Inspeção em Serviços de Diálise tem como público alvo profissionais de vigilância sanitária que realizam inspeções. O treinamento aborda conteúdos relacionados à legislação vigente que regulamenta o funcionamento dos serviços de diálise, públicos e privados, direcionando principalmente para a RDC n° 11 de 2014 (dispõe sobre o funcionamento) e a RDC n° 33 de 2008 (sobre o Sistema de Tratamento e Distribuição da Água nos Serviços de Diálise nos Serviços). O curso auxilia na identificação dos principais dos aspectos que envolvem os riscos sanitários e avaliar os processos de trabalho.

 

Para fazer o curso, acesse www.iepmoinhos.com.br/anvisa.

Fonte: ANVISA

Leucemia linfoblástica aguda ganha novo tratamento

O novo medicamento Oncaspar (pegaspargase) será mais uma opção para o tratamento de pacientes diagnosticados com leucemia linfoblástica aguda (LLA). O medicamento foi registrado como produto biológico novo, de acordo com a resolução RDC 55, de 16 de dezembro de 2010. A publicação do registro foi feita nesta segunda-feira (12/6).

Como Oncaspar atua?

Oncaspar contém pegaspargase, que é uma enzima que decompõe a L-asparagina, um componente importante das proteínas, sem o qual as células não podem sobreviver. As células normais podem fabricar asparagina para si próprias, ao passo que algumas células cancerígenas não o fazem. Oncaspar reduz o nível de asparagina nas células cancerígenas do sangue e impede as células cancerígenas de crescer.

Qual é a indicação do Oncaspar?

O produto Oncaspar (pegaspargase) foi aprovado para as seguintes indicações terapêuticas: “Oncaspar é indicado como um componente da terapia antineoplásica combinada de pacientes com leucemia linfoblástica aguda (LLA)”.

Fonte: Anvisa

ABRASCO promove 7º Simpósio Brasileiro de Vigilância Sanitária

O 7º Simpósio Brasileiro de Vigilância Sanitária (SIMBRAVISA), uma iniciativa da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO) que tem o apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) acontece de 26 a 30 de novembro, em Salvador, Bahia.

O tema central será o Sistema Único de Saúde (SUS) e seu Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS), a fim de promover reflexões críticas, debates e diálogos entre a academia, os serviços de vigilância sanitária e a sociedade civil em defesa do SUS e dos direitos sociais.

 

Programação completa e mais informações aqui.

Local:
Bahia Othon Palace
Av. Oceânica, 2294 – Ondina,  Salvador – BA
CEP: 40170-010  Salvador/BA

Fonte: Secretaria da Saúde de SP

Recife inicia a última fase de testes da vacina contra dengue

A terceira e última etapa dos testes da vacina contra a dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan, principal produtor de imunobiológicos do Brasil, já está em andamento em Manaus (AM), Boa Vista (RR), Porto Velho (RO), em três centros no Estado de São Paulo (Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo), em Fortaleza (CE), Aracaju (SE), além de Porto Alegre (RS), Campo Grande (MS) e Cuiabá (MT) e agora está sendo testada em Pernambuco (Recife).

Após os testes e aprovação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) passará a ser produzida em larga escala pelo Butantan.

A vacina imunizará, em uma única dose, contra os quatro tipos de vírus (da dengue).

A vacina do Butantan, desenvolvida em parceria com os Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos (NIH, na sigla em inglês), é produzida com vírus vivos geneticamente enfraquecidos.

Nesta última etapa da pesquisa, os estudos visam comprovar a eficácia da vacina. Do total de voluntários, dois terços receberão a vacina e um terço receberá placebo, uma substância com as mesmas características da vacina, porém sem os vírus. Nem a equipe médica nem os participantes saberão quais voluntários receberam a vacina e quais receberam o placebo.

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Fonte: Governo do Estado de São Paulo

Alerta sobre superbactérias

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) vai divulgar nesta semana um alerta sobre a confirmação da presença no Brasil de bactérias portadoras do gene mcr-1, capaz de torná-las imunes à Colistina, uma classe de antibióticos considerada como a última arma para combater bactérias multirresistentes.

O comunicado de risco será encaminhado para todos os hospitais com leitos de unidade de terapia intensiva.

No documento, a Anvisa reforça a necessidade de equipes de saúde ficarem atentas para o risco, lista quais medidas são necessárias para diagnóstico e quais providências devem ser adotadas no caso de confirmação da presença de bactérias portadoras desse gene.

Foram confirmados no Brasil até o momento três pacientes contaminados pela bactéria Escherichia coli, portadora da mutação – dois casos em São Paulo e um no Rio Grande do Norte. Há ainda outros três casos em análise, no Instituto Adolfo Lutz, de São Paulo.

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Fonte: O Estado de S. Paulo.