Acesso online gratuito ao periódico Molecular Medicine

Novo item de conteúdoO periódico Molecular Medicine é uma publicação de acesso aberto com descobertas recentes que elucidam a patogênese da doença em nível molecular ou fisiológico, o que pode levar ao desenvolvimento de ferramentas específicas para o diagnóstico, tratamento ou prevenção de doenças.

Manuscritos contendo material relevante para a base genética, molecular ou celular dos principais processos fisiológicos ou de doenças são considerados para publicação. 

O periódico possui três tipo de publicações:

  • Mini-resenhas, que fornecem um resumo conciso de um tópico ou campo de pesquisa específico relevante ao escopo
  • Perspectivas, que concede a oportunidade de escrever sobre o estado atual e desenvolvimentos recentes de um campo de pesquisa ou tópico dentro do escopo 
  • Opinions, escrito com um foco específico em um artigo publicado anteriormente, que teve um grande impacto no campo.

Citation Impact – 3.340 

Acesse no link: https://molmed.biomedcentral.com/

Fonte: Molecular Medicine

Authorship and Team Science – Reflexões e dicas práticas sobre autoria em artigos científicos

O editorial do JAMA, publicado no dia 26 de dezembro de 2017, intitulado “Authorship and Team Science“ discute sobre autoria em artigos científicos. O artigo é assinado pelo editor chefe e pelos editores executivos do JAMA, uma das principais revistas da área médica, com fator de impacto de 44,4.

O texto apresenta as possibilidades e as diretrizes para creditar autores nos artigos submetidos ao JAMA.

Leia na íntegra as considerações e o artigo aqui!

Fonte: htanalyze.com

 

Como aumentar o impacto de artigos científicos

RankingO número de artigos publicados por pesquisadores brasileiros cresceu muito nos últimos 20 anos. Porém, o impacto dessas pesquisas não acompanhou o mesmo crescimento. Para pensar em maneiras de reverter o cenário, especialistas se reuniram no 1st Symposium on High Impact Publications, no Instituto Butantan. O evento, dia 1º de setembro, teve o intuito de debater estratégias para que a ciência praticada no país conquiste mais relevância.

“Em 20 anos tivemos pouca evolução de impacto e os problemas estão em todas as áreas. É verdade que algumas conquistaram mais espaço, como é o caso de Clínica Médica e Física. No entanto, o fato é que, na média, nunca o impacto dos artigos brasileiros foi maior do que a média do impacto mundial”, disse Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da FAPESP.

Para Brito Cruz é possível observar uma relação entre colaboração internacional e o aumento do impacto dos artigos. “Acredito que a colaboração internacional seja uma boa estratégia, uma delas, para se ter mais impacto. Olhando o histórico de Espanha e Itália, que cresceram muito nesse quesito nos últimos anos, a colaboração parece funcionar, mas isso não deve virar um dogma. De qualquer forma, antes de ter publicações de impacto, é preciso ter pesquisa de impacto”, disse.

No simpósio, os especialistas, além de estimular a colaboração internacional, destacaram a importância de aumentar o impacto das revistas científicas brasileiras e a oferta de melhores condições para a realização de projetos de pesquisa de maior ousadia e duração.

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Fonte: FAPESP

Índice H e as controvérsias

O índice-h de um pesquisador é definido como o maior número “h” de artigos científicos desse pesquisador que têm pelo menos o mesmo número “h” de citações cada um. Para ter um índice-h elevado, é preciso publicar artigos que repercutam na comunidade científica. Se um pesquisador publica muito, mas é pouco citado, ou se recebe muitas citações, mas num número restrito de artigos que publicou, terá um índice-h baixo.

O índice-h foi proposto em 2005 pelo físico argentino Jorge Hirsch, professor da Universidade da Califórnia, San Diego, como uma ferramenta capaz de combinar quantidade e qualidade de produção acadêmica. Logo tornou-se parâmetro em avaliações e cartão de visitas de pesquisadores com desempenho destacado, e extrapolou sua utilização para além do desempenho individual: hoje há rankings do índice-h de universidades, países e revistas científicas.

Não se pode usar o índice-h para comparar pesquisadores em estágios diferentes da carreira – um pesquisador sênior com índice-h 100 na área de química pode orgulhar-se de ser extremamente produtivo, assim como um pesquisador jovem da mesma área que tenha um índice-h 30. Também é equivocado comparar o desempenho de pesquisadores de áreas diferentes. “Cada área tem um tamanho peculiar e tendências diferentes de citação”, explica Rogério Meneghini, coordenador científico da biblioteca SciELO Brasil. “Em bioquímica, por exemplo, há um número enorme de pesquisadores. Logo há mais artigos e mais gente citando. A regra é você trabalhar com as subáreas quando faz comparações”, afirma Meneghini, para quem, contudo, o índice-h é uma ferramenta valiosa, sobretudo nas ciências naturais. “Um índice-h elevado nessas áreas é um sinal de que o pesquisador fez coisas de impacto”, afirma.

Já em muitas disciplinas das humanidades a divulgação de resultados de pesquisa por meio de livros é tão importante quanto sua divulgação por meio de artigos em revistas indexadas, de modo que nelas o índice-h frequentemente diz pouco sobre o impacto real do trabalho de um pesquisador. “Nas humanidades, um índice numérico de avaliação de impacto é certamente algo a ser levado em conta, mas como um dos elementos de avaliação, entre outros. Desacompanhado de elementos de avaliação de natureza qualitativa, será só um número”, afirma Luiz Henrique Lopes dos Santos, coordenador adjunto de Ciências Humanas e Sociais da FAPESP. “Além disso, o impacto de uma publicação não se mede apenas por citações, mas também por muitas outras coisas, como sua contribuição para inovações tecnológicas ou para a formulação de políticas públicas, por exemplo.”

Assessores e membros das Coordenações de Área da FAPESP utilizam o índice-h de pesquisadores como parâmetro auxiliar na avaliação da qualidade do conjunto de artigos, mas a FAPESP não abre mão dos pareceres extensivos de assessores e da análise qualitativa para selecionar as melhores propostas. “O fundamental, na nossa avaliação, é a qualidade do projeto de pesquisa”, diz Wagner Caradori do Amaral, professor da Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (FEEC) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), e coordenador adjunto da Diretoria Científica da FAPESP na área de Ciências Exatas e Engenharias. “Se o projeto tiver qualidade e o proponente demonstrar potencial para realizá-lo, não é o índice-h que irá impedi-lo de receber financiamento”, afirma o coordenador adjunto José Roberto Postali Parra, professor da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da USP.  “O índice-h é um dos parâmetros de observação, mas nunca é suficiente”, complementa Marie-Anne Van Sluys, professora do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP) e coordenadora adjunta de Ciências da Vida. Segundo ela, a popularidade do índice-h ajudou a consolidar no Brasil a importância da divulgação de resultados em periódicos indexados. “Mas é preciso tomar cuidado para não criar um vício de números”, afirma. Mais importante do que o índice-h, diz Marie-Anne, é o contexto em que as publicações se inserem. “Existem citações que se referem a um ganho de tecnologia, outras que são de um ganho de conhecimento, outras de observação de um fenômeno. Dependendo do tipo de projeto apresentado, esse tipo de informação tem relevância específica na avaliação. E também é preciso ver como evoluiu o índice-h no contexto da carreira de um pesquisador. Se o impacto é resultante de um único artigo ou se trata de uma obra, é um dado importante”, afirma Marie-Anne.

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Fonte: Revista FAPESP

Programação 2016 dos Webinars da Springer Nature

Springer está com inscrições abertas para os Webinars que serão oferecidos durante o ano de 2016. Há vários webinars em português.

Springer Nature Webinars é uma série de conferências transmitidas em tempo real pela internet que abordam diversos aspectos da publicação de artigos científicos e que são de interesse do público acadêmico, do aluno de iniciação científica ao pesquisador sênior.

O objetivo é ser uma fonte de atualização profissional tanto para autores e revisores de artigos acadêmicos como para editores de periódicos.

Ao longo de 2016, especialistas discutirão temas como técnicas de escrita acadêmica, a utilidade do identificador digital ORCID, plágio e outros tipos de má-conduta. As apresentações têm 1h de duração, seguida de 30 minutos para perguntas da plateia. A participação é gratuita e as vagas são limitadas. Confira a programação e inscreva-se.

Programação 2016

The Latest Trends in Science Publishing

Harry Blom 

Vice-Presidente de Matemática, Ciências da Computação e Desenvolvimento Editorial | Springer Nature

19 de Abril | 16h30 às 18h00 (Brasília | BRT)

Inglês sem tradução


Quais São as Vantagens de utilizar o ORCID

Lilian Pessoa

Diretora Regional para América Latina | ORCID

4 de Maio | 14h00 às 15h30 (Brasília | BRT)

Português

Cuáles Son Las Ventajas de Utilizar el ORCID

Lilian Pessoa

Diretora Regional para América Latina | ORCID

4 de Maio | 16h30 às 18h (Brasília | BRT)

Espanhol sem tradução


La Producción Científica de América Latina en el Escenario Mundial

Atílio Bustos

Gerente de Projeto para América Latina | SciMago Research Group

15 de Junho | 16h00 às 17h30 (Brasília | BRT)

Espanhol sem tradução


Boas Práticas que Formam Bons Autores

Luciana Christante de Mello

Editora de Aquisição | BioMed Central

16 de Agosto | 15h00 às 16:30 (Brasília | BRT)

Português

Buenas Prácticas en la Publicación de Artículos Científicos

Luciana Christante de Mello

Editora de Aquisição | BioMed Central

18 de Agosto | 14h00 às 15h30 (Brasília | BRT)

Espanhol sem tradução


Como Não ter seu Artigo Científico Rejeitado

Valtencir Zucolotto

Professor | Instituto de Física da USP (São Carlos)

Aguardando confirmação de data e hora

Português


Ethics in Scientific Publication

Jigisha Patel

Chefe do Grupo de Integridade em Pesquisa | BioMed Central

18 de Outubro | 12h00 às 13h30 (Brasília | BRT)

Inglês sem tradução


Plágio na Academia Brasileira: concepções, tratamento e desafios futuros

Marília Ferreira

Professora | Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP (São Paulo)

24 de Novembro | 14h00 às 15h30 (Brasília | BRT)

Português


Transparency and Reproducibility in Clinical Trials and Medical Research

Daniel Shanahan

Publisher-Associado | BioMed Central

08 de Dezembro | 14h00 às 15h30 (Brasília | BRT)

Inglês sem tradução

Fotos do Workshop para autores de artigos científicos

A editora Taylor & Francis em parceria com o SIBiUSP e a Divisão de Biblioteca e Documentação da FMUSP promoveram hoje, 08/10/2015 o Workshop para autores de artigos científicos.

O evento aconteceu no Auditório do INRAD – Instituto de Radiologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.

Veja as fotos:DSC03298

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Universidade do livro oferece o curso: Como estruturar um artigo científico de alto nível

editoraunespA Editora UNESP oferece, dias 16 e 17 de julho de 2015, o curso Como estruturar um artigo científico de alto nível, com o Prof. Gilson Luiz Volpato.

Por meio do entendimento da lógica da ciência, será mostrada a lógica interna da construção de um artigo científico internacional. Com isso, o aluno deverá conseguir:
1) identificar a relação lógica entre ciência, metodologia e a estrutura do texto científico;
2) conceber o texto como um ambiente de debate lógico entre cientistas de várias áreas;
3) identificar erros lógicos em artigos científicos;
4) usar o método lógico proposto para estruturar textos científicos de alto padrão;
5) aprimorar suas bases científicas para melhor debater com editores e revisores internacionais.

O público-alvo são os editores e revisores científicos, bibliotecários, orientadores de pós-graduação, graduandos envolvidos com Iniciação Científica, mestrandos, doutorandos, pós-doutores, professores universitários e jornalistas da área científica.

A carga horária é de 07 horas, das 18h30 as 22h.

Mais informações:
Tel.: (11) 3242-9555 / 3242-7171 – Ramais  503 e 514
Fax: (11) 3242 9613
e-mail: unil@editoraunesp.com.br

Local:
Universidade do Livro
Praça da Sé, 108, Centro – São Paulo, SP

Fonte: Editora UNESP