HC promove campanha de prevenção do câncer de pele

A Clínica de Dermatologia do Hospital das Clínicas realizará no dia 2 de dezembro um mutirão para diagnóstico e prevenção do câncer de pele.

A doença, quando identificada precocemente, tem 90% de chances de cura.

Segundo o dermatologista Eugênio Pimentel, responsável pela campanha, devem procurar atendimento médico as pessoas que apresentam múltiplas pintas, manchas ou pintas que estão se modificando, feridas que não cicatrizam ou lesões de crescimento rápido e/ou contínuo.

Os atendimentos são gratuitos e acontecem das 9h às 15h, no ambulatório da Dermatologia (5º andar do Prédio dos Ambulatórios – Av. Enéas de Carvalho Aguiar, 155).

Fonte: HC/FMUSP

 

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Câncer de pele: pesquisadores realizam testes para novo tratamento

Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) estão testando em camundongos uma técnica que associa corrente elétrica de baixa intensidade a uma formulação contendo quimioterápicos nanoencapsulados para o tratamento de câncer de pele.

Resultados preliminares do estudo foram apresentados nos Estados Unidos, durante a FAPESP Week Nebraska-Texas, realizada entre os dias 18 e 22 de setembro.

“Um dos desafios para esse tipo de tratamento tópico é fazer com que o fármaco consiga atravessar o estrato córneo – a camada mais superficial da pele, composta basicamente de células mortas. Essa é uma importante barreira do tecido contra a entrada de microrganismos, mas também dificulta a penetração de medicamentos”, explicou Renata Fonseca Vianna Lopez, professora da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP-USP).

Aplicar uma corrente unidirecional de baixa intensidade é uma das formas de fazer com que substâncias químicas atravessem a pele, sendo empurradas até a circulação pelo campo elétrico. Essa técnica é conhecida como iontoforese.

No caso do câncer de pele, porém, a intenção não é que o fármaco atravesse todo o tecido e chegue ao sangue e sim que ele se concentre na região abaixo do estrato córneo que precisa de tratamento. Essa é a razão pela qual, no trabalho coordenado por Lopez, optou-se por colocar o quimioterápico dentro de nanopartículas.

O trabalho vem sendo realizado no âmbito de um Projeto Temático apoiado pela FAPESP. Os primeiros testes in vivo foram feitos durante o doutorado de Raquel Petrilli.

Os pesquisadores induziram, nos animais, a formação de um tumor do tipo carcinoma de células escamosas – um dos tipos mais frequentes de câncer de pele – por meio de uma injeção subcutânea de células tumorais humanas que superexpressam o gene EGFR (receptor do fator de crescimento epidérmico, na sigla em inglês). A presença dessa proteína, explicou Lopez, torna o tumor mais agressivo.

A terapia foi feita com uma formulação contendo o quimioterápico 5-fluorouracil encapsulado em uma nanopartícula (lipossoma) funcionalizada com um anticorpo anti-EGFR. As células malignas são capazes de capturar maior quantidade do fármaco encapsulado nesses lipossomas.

Parte dos roedores recebeu a formulação no tumor por meio de injeções subcutâneas e parte por aplicação tópica associada à iontoforese.

O grupo que recebeu a formulação associada à iontoforese apresentou uma redução tumoral significativamente maior do que o que recebeu por via injetável.

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Fonte: FAPESP

 

Dermatologia do HC examinará a população na Campanha de Combate ao Câncer de Pele

No próximo dia 26 de novembro (sábado), os dermatologistas do Hospital das Clínicas, da Faculdade de Medicina da USP, irão atender a população para o diagnóstico do Câncer de Pele, que acomete milhares de pessoas todos os anos. A doença, quando diagnosticada precocemente, tem 90% de chances de cura.

As consultas irão acontecer,  das 9h00 às 15h00, no ambulatório da clínica, em funcionamento no 5º andar do Prédio dos Ambulatórios do Instituto Central do HC. A iniciativa integra campanha de conscientização e combate à doença, desenvolvida pela Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Devem procurar atendimento médico, as pessoas com múltiplas pintas, manchas ou pintas que estão se modificando,  lesões pigmentadas nas palmas das mãos e plantas dos pés, feridas que não cicatrizam ou lesões de crescimento rápido ou contínuo.

Além das consultas, o público também será orientado sobre a importância de se proteger dos raios solares para a prevenção da doença.

Das recomendações, destacamos: evitar exposição excessiva ao sol no período entre 10h e 16 h, usar filtro solar com fator de proteção adequado e colocar chapéu, boné, óculos e roupas que protejam a pele. As crianças devem receber atenção redobrada.

O câncer de pele é o crescimento anormal e descontrolado de células que compõem a  pele.  Existem três tipos de câncer: o carcinoma basocelular, o carcinoma espinocelular e o melanoma.  O carcinoma basocelular é o mais freqüente e o melanoma o mais grave. A radiação ultravioleta é a principal responsável pelo desenvolvimento da doença.

Horário: 9h00 às 15h00
Local: Prédio dos Ambulatórios do Instituto Central do HC
Av. Enéas de Carvalho Aguiar, 155 – 5º andar – próximo à estação Clínicas do Metrô
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Fonte: Portal Saúde

Terapia fotodinâmica para tratamento de câncer de pele

Uma pesquisa desenvolvida por pesquisadores do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP, em colaboração a Universidade da Carolina do Norte (UNCC), em Charlotte, EUA, propõe a associação de nanopartículas e de terapia fotodinâmica para o tratamento do câncer de pele não-melanoma, com a expectativa de diminuir os efeitos colaterais dos tratamentos convencionais.

Existem mais de cem tipos de câncer, ou seja, doenças provocadas pelo crescimento desordenado de células que invadem tecidos e órgãos corporais e que podem formar tumores (acúmulo de células cancerígenas em uma determinada região corpórea) ou neoplasias malignas (crescimento acelerado das células doentes). O câncer de pele não-melanoma é o mais comum no Brasil, representando 25% de todos os registros de tumores malignos diagnosticados no país. Apenas em 2016, o Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima que haverá cerca de 175.760 casos deste tipo de câncer.

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Fonte: Jornal da USP

Sol…perigo!

Em pesquisa coordenada por Maurício Baptista (USP) em artigo publicado na Plos One de novembro de 2014, ele e sua equipe demonstraram que “a luz visível pode causar danos no material genético (DNA) das células de modo indireto ao interagir com a melanina”. (Fonte: Pesquisa FAPESP, jan. 2015)

Prevenção e Combate ao Câncer de Pele no HC

Campanha de Prevenção e Combate ao Câncer de Pele no HC

No próximo dia 30 de novembro, das 9h às 15h, no Prédio dos Ambulatórios do Instituto Central do HC, no 5º andar, dermatologistas do Hospital das Clínicas, da Faculdade de Medicina da USP, realizarão consultas que visam a prevenção e diagnóstico do câncer de pele.

A ação faz parte da campanha de conscientização e combate da doença, desenvolvida pela Sociedade Brasileira de Dermatologia.

O câncer de pele acomete milhares de pessoas todos os anos, mas se diagnosticado precocemente tem 90% de chances de cura.

Mais informações:
Campanha para a prevenção e diagnóstico do Câncer de Pele
Dia 30 de novembro, das 9h às 15h
Prédio dos Ambulatórios do Instituto Central do HC
Av. Enéas de Carvalho Aguiar, 155 – 5º andar

Fonte: HC/FMUSP

HC alerta para os riscos de exposição solar excessiva

O uso de protetor solar desde a infância é primordial para evitar riscos futuros. Deve-se utilizar filtro solar, chapéu e roupas adequadas durante todo o verão. Crianças expostas à luz solar de forma intensa e inadequada correm risco de desenvolverem câncer de pele na adolescência ou fase adulta, de acordo com a Clínica de Dermatologia do Hospital das Clínicas, da Faculdade de Medicina da USP (HC/FMUSP).

Segundo o dermatologista Paulo Ricardo Criado, a proteção solar deve fazer parte do cotidiano da criança. O uso de filtros solares, chapéus de abas largas e roupas adequadas não deve se restringir apenas a praia ou piscina. “São medidas seguras para a prevenção da doença”, disse.

Uma regra que pode auxiliar os pais a identificarem quando a criança deve evitar o sol é a “regra sombra”. O sol é mais danoso quanto menor é a sombra da criança em relação à sua altura. O risco é menor quanto maior o tamanho da sombra.