E-books com acesso gratuito

A Universidade de São Paulo disponibiliza três obras de referência: Comprehensive Physiology, eLS-Encyclopedia of Life Sciences e Ullmann’s Encyclopedia of Industrial Chemistry, da editora WILEY.

O acesso pode ser realizado nos computadores da Universidade ou por VPN.

Fonte: DBD/FMUSP

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Drogas quimioterápicas mais eficientes

Estudo publicado na revista Chemistry & Biology, de autoria da brasileira Daniela Trivella, pesquisadora do Laboratório Nacional de Biociências do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (LNBio/CNPEM) em parceria com pesquisadores da University of California em San Diego, nos Estados Unidos, e da Technische Universität München, na Alemanha, abrem caminho para o desenvolvimento de uma nova geração de drogas quimioterápicas mais eficiente e menos tóxica.

O grupo do LNBio planeja sintetizar e testar uma nova série de análogos da carmaficina-siringolina enona para verificar efeitos sobre a janela terapêutica (morte preferencial de células tumorais em relação às células sadias) e avaliar se são capazes de reagir também com proteassomos resistentes aos inibidores tradicionais.

O trabalho teve apoio da FAPESP.

Acesse a notícia na íntegra: http://goo.gl/9X7m4K

Fonte: FAPESP

Cientistas brasileiros sintetizam inibidores de enzima relacionada a doença de Chagas

Pesquisadores brasileiros acabam de conseguir avanços no desenvolvimento e otimização de um conjunto de inibidores potentes da enzima cruzaína de Trypanosoma cruzi, protozoário responsável pela doença de Chagas.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) a doença de Chagas é  uma das principais doenças tropicais negligenciadas.

Os pesquisadores são do  Laboratório de Química Medicinal e Computacional (LQMC) e do Centro de Pesquisa e Inovação em Biodiversidade e Fármacos do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP.

Os pesquisadores pretendem desenvolver um fármaco para a doença. No IFSC foram realizados ensaios bioquímicos e biológicos, onde testou-se os novos inibidores contra a enzima-alvo e também contra o próprio parasita, além do trabalho de modelagem e otimização molecular, de acordo com Adriano Andricopulo, coordenador da equipe.

O recente trabalho da equipe de cientistas brasileiros é tema de capa da edição atual do periódico Journal of Medicinal Chemistry. Embora voltados para doenças parasitárias, os resultados obtidos até o momento poderão, inclusive, ser utilizados num futuro próximo para quaisquer outros tipos de doenças: o foco é tornar o candidato a fármaco extremamente potente e seletivo, de tal forma que pacientes recebam uma menor dosagem do medicamento em um menor número de vezes por dia.
Além de Andricopulo, a equipe de pesquisadores é composta pelo professor Glaucius Oliva e pelas pesquisadoras Renata Krogh, Ana Sales, Ivani Pauli e Mariana Souza, todos do LQMC, pelo professor Luiz Carlos Dias e Marco Dessoy, do Instituto de Química da Unicamp, e pela professora Rafaela Ferreira, do Departamento de Bioquímica e Imunologia da UFMG.

Fonte: Jornal da USP