Colaboração e cooperação são fundamentais para tornar a ciência aberta uma realidade

A causa por boas práticas de pesquisa e dados abertos para resultados da pesquisa é cada vez mais inquestionável. O acesso aberto aos dados da pesquisa pode ajudar a acelerar o ritmo de progresso das descobertas e oferecer mais valor ao permitir a reutilização e reduzir a duplicação. Boas práticas de dados também tornam a pesquisa mais eficiente, eficaz e satisfatória para os pesquisadores. Como revelam os dados do Digital Science Open Data survey 20171, a comunidade de pesquisa reconhece o valor dos dados abertos, mas boas práticas e compartilhamento de dados ainda estão longe do status quo.

Springer Nature e suas publicações têm defendido as boas práticas de dados há mais de uma década. Os esforços recentes concentraram-se no crescimento das opções de publicação de dados para gerar crédito e no fortalecimento e simplificação das nossas políticas de dados. Nosso foco futuro é no apoio e incentivos para permitir o compartilhamento e gerenciamento de dados, além dos dados abertos, construídos em colaboração com a comunidade de pesquisa.

[Publicado originalmente no blog LSE Impact of Social Sciences em Outubro/2017]

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Fonte: SciELO

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Pesquisadores mapeiam a origem genética dos brasileiros

Cientistas do Centro de Estudos do Genoma Humano, da USP, fizeram o primeiro mapa #genético em idosos da nossa população e chegaram a informações surpreendentes. Entre elas, a de que temos 207 mil #variações genéticas nunca vistas no mundo!

De onde você vem? Se você é brasileiro, dificilmente essa resposta será simples. Então como fica o mapa genético da nossa população? Feito por cientistas do Centro de Pesquisa sobre o Genoma Humano e Células-Tronco, da USP, ele mostra características peculiares que despertaram interesse internacional.

Para fazer o mapa genético, chamado de Análise de Componentes Principais, foi usado o sequenciamento de exomas (a parte do genoma que traz a informação para se produzir proteínas) de 609 idosos representativos da população de São Paulo.

Fonte: Ciência USP

Ciência, Espiritualidade e Saúde

No dia 30 de outubro, das 8 às 18 horas, a Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP realiza a terceira edição do Simpósio Ciência, Espiritualidade e Saúde.

O evento é voltado para profissionais da área da saúde e ao público em geral, e busca refletir sobre os efeitos da inserção da espiritualidade na saúde e nos mais diversos setores da sociedade. A programação completa pode ser acessada no endereço: http://www.fsp.usp.br/

Segundo diversos autores, a espiritualidade desenvolve a compreensão do próprio “eu” e sua relação com o mundo, estabelecendo uma conexão com o que se entende ser o “divino”. Dentro de uma abordagem científica, a espiritualidade nos tratamentos também proporciona um maior equilíbrio biopsicossocial, além de elevar a consciência a um nível maior de confiança no presente e no futuro.

Inscrições gratuitas obrigatórias até o dia 20 de outubro neste link.

Local:
FSP – Faculdade de Saúde Pública
Auditório João Yunes
Avenida Doutor Arnaldo, 715

Fonte: Agência USP de notícias

Mídias sociais e a divulgação da Ciência

comunicacaoUm dos painéis apresentados no 13th International Public Communication of Science and Technology (PCST), realizado entre 5 e 8 de maio em Salvador, na Bahia avaliou o uso das mídias sociais na comunicação da ciência.

Estas plataformas de web 2.0 – como é denominado o uso interativo da internet –, tais como blogs e redes sociais, têm transformado o modo de comunicar a ciência e aumentado a difusão de conteúdo científico em diversos países, incluindo o Brasil.

O encontro reuniu pesquisadores de vários países, que discutiram as práticas e estratégias de comunicação e divulgação científica adotadas em diferentes partes do mundo.

“Com o advento das novas mídias on-line, as visões tradicionais da comunicação da ciência estão sendo redefinidas”, disse Dominique Brossard, professora e chefe do Departamento de Comunicação de Ciências da Vida na University of Wisconsin-Madison, nos Estados Unidos.

De acordo com Brossard, além dos blogs, outras mídias sociais, como o Facebook e o Twitter, têm impactado fortemente o engajamento público na ciência e tecnologia.

“Diversos estudos têm demonstrado que as redes sociais contribuem para a difusão de notícias sobre diversos temas, inclusive ciência e tecnologia, e que o público é amplamente a favor da publicação de notícias nas redes sociais”, apontou.

“Mas a pesquisa sobre a comunicação on-line da ciência ainda apresenta muitos desafios e são necessários mais estudos para comprovar nossos pressupostos, que são diferentes dos que tínhamos em relação às mídias tradicionais”, avaliou Brossard.

Segundo a pesquisadora, alguns estudos recentes – como o Reuters Institute Digital News Report 2013, publicado em julho do ano passado pelo Reuters Institute for the Study of Journalism, da Oxford University, do Reino Unido – indicam que o público consome cada vez mais notícias on-line. No caso das notícias sobre ciência e tecnologia, essa tendência não é diferente.

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Fonte: FAPESP

Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT) no século XXI

cienciaA 1ª edição de 2014 da revista Ciência e Saúde Coletiva traz um debate sobre doenças e agravos associados ao estilo de vida e aborda a complexidade das Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT) no século XXI. As DCNT, ou doenças cardiovasculares, câncer, diabetes, doenças respiratórias crônicas e violências têm gerado elevado número de mortes prematuras, perda de qualidade de vida e ocasionado impactos econômicos negativos para famílias, indivíduos e a sociedade em geral. Elas são hoje responsáveis por 72% da mortalidade no Brasil e mais prevalentes entre as pessoas de baixa renda, por estarem mais expostas aos fatores de risco e terem menos acesso aos serviços de saúde. Para debater o tema, a edição oferece 16 artigos temáticos, 12 artigos de tema livre e dois artigos de revisão, sendo alguns assinados por pesquisadores da ENSP.  A edição temática já está disponível online.
O aumento da carga de DCNT reflete os efeitos negativos da globalização, da urbanização rápida, da vida sedentária e da alimentação com alto teor calórico e do marketing que estimula o uso do tabaco e do álcool. Para o enfrentamento das DCNT, além da organização do setor saúde para garantir acesso à assistência, promoção, prevenção e vigilância torna-se essencial articular ações intersetoriais, em especial, as que contribuem para reduzir desigualdades sociais e proteger as populações mais vulneráveis, dentre elas, as crianças, os adolescentes e as pessoas idosas. É deste conjunto de questões que os artigos do número temático da revista Ciência e Saúde Coletiva trata.

Conexão digital

conexaoA 8ª Conferência Mundial de Jornalistas de Ciências, organizada pela Federação Internacional de Jornalistas de Ciência (WFSJ)  reuniu cerca de 800 jornalistas e comunicadores de ciência de aproximadamente 80 países em Helsinque, na Finlândia, no final de junho.

A declaração final da conferência concluiu que há um número crescente de blogs, ligados à cobertura da ciência, em diversas regiões do mundo, com a intenção de informar, analisar e difundir resultados de pesquisas.

Os novos modelos de jornalismo científico atravessam fronteiras e as plataformas digitais estão a cada dia se consolidando

A organização da conferência dedicou três mesas para o debate sobre formas de atuação nessa plataforma digital.

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Fonte: Revista FAPESP