Terapia fotodinâmica para tratamento de câncer de pele

Uma pesquisa desenvolvida por pesquisadores do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP, em colaboração a Universidade da Carolina do Norte (UNCC), em Charlotte, EUA, propõe a associação de nanopartículas e de terapia fotodinâmica para o tratamento do câncer de pele não-melanoma, com a expectativa de diminuir os efeitos colaterais dos tratamentos convencionais.

Existem mais de cem tipos de câncer, ou seja, doenças provocadas pelo crescimento desordenado de células que invadem tecidos e órgãos corporais e que podem formar tumores (acúmulo de células cancerígenas em uma determinada região corpórea) ou neoplasias malignas (crescimento acelerado das células doentes). O câncer de pele não-melanoma é o mais comum no Brasil, representando 25% de todos os registros de tumores malignos diagnosticados no país. Apenas em 2016, o Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima que haverá cerca de 175.760 casos deste tipo de câncer.

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Fonte: Jornal da USP

Ressonância para análise de esteatose hepática

Biópsia para analisar gordura no fígado poderá ser substituída por ressonância

Atualmente, uma das principais técnicas de análise da esteatose é a biópsia hepática, processo em que parte do tecido do fígado é extraída para avaliação do percentual de gordura. Além de ser um método invasivo — portanto, bastante incômodo para o paciente —, a biópsia verifica apenas uma determinada região do órgão, impossibilitando a avaliação de todo o acúmulo de gordura que se aloja em diferentes segmentos da glândula. Muitas vezes, essa metodologia fornece dados falso-positivos ou falso-negativos.

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Fonte: Agência USP de notícias