Vacinação de febre amarela

Campanha de vacinação terá dose fracionada de febre amarela em três estados 
São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia adotarão estratégia de fracionamento das doses de febre amarela em campanha com duração de 15 dias

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Entre fevereiro e março deste ano, 75 municípios dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia irão realizar campanha de vacinação com doses fracionadas e padrão contra a febre amarela. A iniciativa é do Ministério da Saúde em conjunto com os três estados e municípios e tem caráter excepcional. O Objetivo é evitar a expansão do vírus para áreas próximas de onde há circulação atualmente. No total, 19,7 milhões de pessoas destes municípios nos três estados deverão ser vacinadas na campanha, sendo 15 milhões com a dose fracionada e outras 4,7 milhões com a dose padrão. A adoção do fracionamento das vacinas é uma medida preventiva que será implementada em áreas selecionadas, durante período determinado de 15 dias, pelos estados para evitar a circulação e expansão da doença.

A estratégia de fracionamento da vacina é recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) quando há aumento de epizootias e casos de febre amarela silvestre de forma intensa, com risco de expansão da doença em cidades com elevado índice populacional e que não tinham recomendação para vacinação anteriormente. O fracionamento da vacina da febre amarela é seguro, pois a mesma vacina é utilizada, só que em dose menor. A única diferença está no volume e no tempo de proteção. A dose padrão (0,5 Ml) protege por toda a vida, enquanto a dose fracionada (0,1 Ml) protege por oito anos, segundo os últimos estudos realizados pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Biomanguinhos/Fiocruz).

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Fonte: Fiocruz

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Campanha Janeiro Branco coloca a Saúde Mental em evidência

Estudos apresentados pela OMS (Organização Mundial de Saúde) e Ministério da Saúde do Brasil indicam que o país tem um crescimento vertiginoso de problemas relativos à Saúde Mental é à Saúde Emocional. Segundo dados de 2017 da OMS, a sociedade brasileira é a recordista latino-americana em casos de depressão, a campeã mundial em relação à ansiedade e o 4º colocado em relação ao crescimento das taxas de suicídio entre os jovens da América Central e da América do Sul.

A campanha Janeiro Branco é planejada e projetada para a promoção de ações, orientações e reflexões a respeito das condições e características emocionais dos seres humanos, buscando dar mais visibilidade ao tema que é de grande relevância. O projeto preza pela Saúde Mental, buscando estratégias políticas, sociais e culturais para que o adoecimento emocional seja prevenido, conhecido e combatido em todos os espaços em que o ser humano se faz presente.

Isso acontece por meio de ações e intervenções urbanas que tenham como tema central a Saúde Mental, resultando na criação de uma cultura de Saúde Mental entre os seres humanos e a valorização da Saúde Mental no SUS e nas redes públicas e privadas de saúde no Brasil e no mundo.

Campanha 2018

Este ano, a Campanha Janeiro Branco chega a sua 5ª edição.

Sites voltados às temáticas da psicologia, psiquiatria e demais áreas ligadas à saúde e à assistência social de todo o país estão aderindo à proposta e organizando ações em suas cidades, como compartilhamento de posts nas redes sociais, palestras sobre Saúde Emocional em salas de espera de hospitais, em escolas, empresas, parques, auditórios e todos os espaços públicos e privados em que as pessoas possam ser inspiradas e incentivadas a pensarem sobre Saúde Mental em uma perspectiva preventiva, tanto individuais quanto coletivas.

Também há distribuição de balões e fitas brancas em praças das cidades, tira-dúvidas virtual e presencial sobre Saúde Mental e a importância da Psicoeducação, entrega de panfletos explicativos  em escolas e empresas. Há, ainda, a proposição de Projetos de Lei às autoridades locais, regionais e nacionais para que o mês de janeiro seja legalmente reconhecido como o Mês do Janeiro Branco e da Conscientização sobre Saúde Mental nos calendários oficiais dos municípios e estados brasileiros.

Mais informações:
www.facebook.com.br/campanhajaneirobranco

Fonte: CREMESP

Organização Mundial da Saúde oferece cursos gratuitos

verao2015A Organização Mundial da Saúde lançou uma série de cursos em vídeo sobre epidemias, pandemias e emergências de saúde.

Adaptado para aqueles que trabalham em emergências, os cursos também são acessíveis a qualquer pessoa interessada e podem ser acessados via aplicativos para celular.

Os cursos – conhecidos como ‘openWHO’, ou ‘OMS aberta’ – transformam conhecimento científico complexo em aulas de vídeo introdutórias de fácil compreensão. É possível ter acesso aos cursos de modo off-line por meio de dispositivos móveis (IOS e Android).

A plataforma pode hospedar um número ilimitado de usuários e está aberta a qualquer pessoa que queira se registrar.

A plataforma possui três canais principais:

  • O canal ‘Surtos’ (outbreaks) se concentra em doenças que são epidêmicas ou propensas a pandemia, como ebola, febre amarela e gripe pandêmica.
  • O canal GetSocial! abrange intervenções de ciências sociais, tais como comunicação de risco, envolvimento da comunidade e mobilização social.
  • Ready For Response (‘Pronto para resposta’) oferece cursos sobre o quadro de resposta de emergência da OMS, o Sistema de Gerenciamento de Incidentes e treinamentos pré-implantação para pessoas que podem ser enviadas para os países para resposta de emergência.

Todos os cursos estão em inglês e muitos também estão disponíveis em árabe e francês.

Fonte: OMS

Desconstruindo a cura gay

Em 2013, o Canal Saúde já desconstruía a cura gay em uma edição do Unidiversidade.

No vídeo o Conselho Federal de Psicologia já afirmava que a homossexualidade não é doença, portanto não há a cura.

Assista o vídeo

Em 1990 a Organização Mundial da Saúde (OMS) definiu a homossexualidade como uma variação natural da sexualidade humana e não pode ser considerada uma condição patológica. A chamada “cura gay”, polêmico Projeto de Lei que foi arquivado no Congresso, é o tema desta edição do Unidiversidade. Gravado na Biblioteca de Obras Raras no campus da Fiocruz.

Programa exibido em 23 de setembro de 2013.

Fonte: Fiocruz

Conferências online sobre o Portal de Saúde Baseada em Evidências

kansas-city-public-library-2O Ministério da Saúde, por meio do Departamento de Gestão da Educação na Saúde (DEGES), e a Organização Pan-americana da Saúde (OPAS/OMS), por meio da Representação no Brasil e da BIREME, Centro Latino-americano de do Caribe de Informação em Ciências da Saúde, convidam os profissionais e trabalhadores da saúde a uma série de conferências web sobre o Portal de Saúde Baseada em Evidências (Portal SBE).

As conferências serão realizadas mensalmente, entre Agosto e Dezembro de 2017, com o objetivo de difundir e ampliar os conhecimentos de como acessar, buscar e recuperar a informação nas bases de dados disponíveis no Portal SBE, apoiando o uso de evidências nos processos de tomada de decisão em saúde.


Segue abaixo o calendário de realização das conferências web que contarão com apresentações do DEGES, OPAS/OMS Brasil, BIREME/OPAS, Dot.Lib e EBSCO:


•    22 de agosto – terça-feira, das 11h00 às 12h30

•    19 de setembro – terça-feira, das 11h00 às 12h30

•    24 de outubro – terça-feira, das 11h00 às 12h30

•    21 de novembro – terça-feira, das 11h00 às 12h30

•    12 de dezembro – terça-feira, das 11h00 às 12h30


Todas as conferências serão realizadas por meio do link 
http://bit.ly/divulga-psbe-2017.

O registro é gratuito.

Fonte: Ministério da Saúde

Depressão entre os jovens

depressaoA Organização Mundial da Saúde (OMS) escolheu a depressão como tema para este ano. Com o lema “Let’s talk” (Vamos conversar, em português), a iniciativa reforça questões sobre prevenção e tratamento da doença.

Sobre o assunto, o Jornal da USP entrevistou a professora doutora Silvana Chiavegatto, neurocientista do Departamento de Farmacologia do Instituto de Ciências Biomédicas da USP. Ela alertou acerca do fato da depressão ser a segunda causa de morte de jovens entre 15 e 29 anos.

O Jornal da USP, uma parceria do Instituto de Estudos Avançados e Rádio USP, busca aprofundar temas nacionais e internacionais de maior repercussão e é veiculado de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 9h30, com apresentação de Roxane Ré.

Você pode sintonizar a Rádio USP em São Paulo FM 93,7, em Ribeirão Preto FM 107,9, pela internet em www.jornal.usp.br ou pelo aplicativo no celular.

Fonte: Jornal da USP

Diretrizes para o Fortalecimento da Reabilitação nos Sistemas de Saúde

Diretrizes para o Fortalecimento da Reabilitação nos Sistemas de Saúde lançadas na OMS são coordenadas pela Secretária de São Paulo, Dra. Linamara Rizzo Battistella.deficiencia

A Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Governo do Estado de São Paulo, Dra. Linamara Rizzo Battistella, lançou na sede da Organização Mundial da Saúde, em Genebra, Suíça, as Diretrizes para o Fortalecimento da Reabilitação nos Sistemas de Saúde. A Secretária é médica fisiatra e professora titular da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. O lançamento foi em 06 de fevereiro de 2017.

A elaboração e a organização do documento foram coordenadas pela Dra. Linamara Rizzo Battistella e será o instrumento que servirá como parâmetro para os países membros da Organização Mundial da Saúde. O trabalho foi iniciado em 2013 e reuniu especialistas e representantes de todas as regiões do mundo. Após três anos de pesquisa e trabalho, foi lançada a publicação com as Diretrizes que visam garantir a saúde e melhorar a qualidade de vida das pessoas com deficiência, que no mundo somam 1 bilhão, segundo dados revelados pela Organização Mundial da Saúde, em 2011.

Fonte: Governo do Estado de São Paulo