Curso online e gratuito “Incentivo ao aleitamento materno”

amamentacaoNa última sexta-feira, 27, o Ministério da Saúde lançou a mais nova campanha de incentivo à amamentação, marcando o início da Semana Mundial da Amamentação, que vai de 1º a 7 de agosto. Atenta a esta ação, a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) – integrante da Rede UNA-SUS – também lançou o seu mais novo curso de Promoção do aleitamento materno na Atenção Básica.

Conforme preconizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a iniciativa reforça a importância do leite materno para o desenvolvimento das crianças até dois anos e de forma exclusiva até os seis meses de vida – uma estratégia natural de vínculo, afeto, proteção e nutrição, constituindo a mais sensível, econômica e eficaz intervenção para redução da morbimortalidade infantil.

O curso é livre, gratuito, totalmente autoinstrucional e tem início imediato. As inscrições podem ser realizadas até 31 de dezembro de 2018, pelo link.

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Fonte: Ministério da Saúde

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OMS divulga lista de doenças e patógenos prioritários para pesquisa e desenvolvimento em 2018

Uma série de doenças adicionais foram discutidas e consideradas para inclusão na lista de prioridades, entre elas: febres hemorrágicas virais, além da febre de Lassa; chikungunya; doenças causadas pelo coronavírus altamente patogênicas, além de MERS e SARS; enterovírus não polio (incluindo EV71, D68) emergentes; e febre grave com síndrome de trombocitopenia (SFTS). Essas doenças representam grandes riscos para a saúde pública e pesquisas e desenvolvimento adicionais são necessários, incluindo vigilância e diagnóstico. Devem ser vistas com cuidado e reconsideradas na próxima revisão anual. São encorajados esforços no ínterim para compreendê-las e mitigá-las.

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Fonte: OPAS/OMS

 

Agência da ONU alerta que epidemia de influenza causa até 650 mil mortes por ano

OMS diz que vacinação é única maneira de evitar a influenza
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A Organização Mundial da Saúde, OMS, afirmou que os surtos de gripe podem causar até 650 mil mortes anualmente por complicações respiratórias. E segundo a agência, a melhor forma de evitar a doença é a vacinação.

O alerta foi feito durante um briefing em Genebra, sede da OMS, na terça-feira. Especialistas alertam que nesta estação, existem três tipos e subtipos de influenza, H1N1, H3N2 e B. Todos esses vírus estão circulando, mas diferem entre países e regiões. A alta de casos também foi registrada em áreas tropicais incluindo o Equador.

Hospitalização

Na América do Norte, por exemplo, o número de atendimentos em postos de saúde por influenza e doenças similares, é o mais alto das últimas sete épocas de gripe.

O tipo mais comum do vírus é o H3N2, mas as notificações do tipo B já começam a crescer dentre os pacientes testados. Nos Estados Unidos, as taxas de hospitalização estão no mesmo nível dos anos passados.

Já na Europa, os casos de influenza permanecem altos na maioria dos países com destaque para o norte e noroeste do continente.  No norte da África e oeste da Ásia, o tipo de vírus mais comum é o H1N1 seguido pela influenza B.

Grávidas, crianças e idosos

De acordo com a OMS, grávidas em qualquer mês de gestação, crianças entre 6 meses e 5 anos, idosos acima de 65 anos, trabalhadores de saúde e pessoas com doenças crônicas devem tomar a vacina contra a gripe anualmente.

A imunização é mais eficiente que antirretrovirais. Esse tipo de medicamento só funciona se ingerido nas primeiras 48 horas após surgirem os sintomas.

Com a vacina, milhões de doenças e dezenas de milhares de hospitalizações associadas à gripe podem ser evitadas todos os anos.
Mesmo assim, alguns pacientes imunizados ainda podem contrair a gripe, mas estudos comprovam que com a vacina, a doença é suavizada.

A OMS afirma não ser possível saber de antemão que tipo de vírus irá circular durante a estação de gripe, por causa da evolução natural.

Por isso, duas vezes ao ano, a composição da vacina é revisada para assegurar a proteção adequada.
A agência garante que as vacinas estão sendo testadas regularmente há mais de 60 anos e são seguras e eficientes.

Fonte: Monica Grayley – ONU News

Cursos gratuitos em vídeo sobre epidemias, pandemias e emergências de saúde

OMS oferece cursos sobre epidemias, pandemias e emergências de saúde

multi-disciplinary-team-no-words 0A Organização Mundial da Saúde (OMS) lançou neste ano uma série de cursos em vídeo sobre epidemias, pandemias e emergências de saúde. Adaptado para aqueles que trabalham em emergências, os cursos também são acessíveis a qualquer pessoa interessada.

Os cursos – conhecidos como ‘openWHO’, ou ‘OMS aberta’ – transformam conhecimento científico complexo em aulas de vídeo introdutórias fáceis de entender, usando uma largura de banda menor. As versões off-line estão disponíveis para dispositivos IOS e Android.

A plataforma pode hospedar um número ilimitado de usuários e está aberta a qualquer pessoa que queira se registrar.

A plataforma possui três canais principais:

  • O canal ‘Surtos’ (outbreaks) se concentra em doenças que são epidêmicas ou propensas a pandemia, como ebola, febre amarela e gripe pandêmica.
  • O canal GetSocial! abrange intervenções de ciências sociais, tais como comunicação de risco, envolvimento da comunidade e mobilização social.
  • Ready For Response (‘Pronto para resposta’) oferece cursos sobre o quadro de resposta de emergência da OMS, o Sistema de Gerenciamento de Incidentes e treinamentos pré-implantação para pessoas que podem ser enviadas para os países para resposta de emergência.

Além disso, um canal é voltado aos parceiros na Rede Global de Alerta e Resposta a Emergências (GOARN), que fornece o treinamento necessário para participar das respostas.

Todos os cursos estão em inglês e muitos também estão disponíveis em árabe e francês. Para garantir que todos os envolvidos em resposta de emergência tenham as últimas informações científicas e operacionais, a OMS disponibiliza alguns cursos em línguas e dialetos locais durante epidemias e emergências.

Por exemplo, durante o recente surto de ebola na República Democrática do Congo (RDC), a OMS traduziu o curso introdutório sobre ebola na plataforma em lingala, o principal idioma da região mais afetada.

Acesse a plataforma OpenWHO: https://openwho.org.
Acesse no Android clicando aqui.
Acesse no IOS clicando aqui.

Fonte: OMS

Vacinação de febre amarela

Campanha de vacinação terá dose fracionada de febre amarela em três estados 
São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia adotarão estratégia de fracionamento das doses de febre amarela em campanha com duração de 15 dias

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Entre fevereiro e março deste ano, 75 municípios dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia irão realizar campanha de vacinação com doses fracionadas e padrão contra a febre amarela. A iniciativa é do Ministério da Saúde em conjunto com os três estados e municípios e tem caráter excepcional. O Objetivo é evitar a expansão do vírus para áreas próximas de onde há circulação atualmente. No total, 19,7 milhões de pessoas destes municípios nos três estados deverão ser vacinadas na campanha, sendo 15 milhões com a dose fracionada e outras 4,7 milhões com a dose padrão. A adoção do fracionamento das vacinas é uma medida preventiva que será implementada em áreas selecionadas, durante período determinado de 15 dias, pelos estados para evitar a circulação e expansão da doença.

A estratégia de fracionamento da vacina é recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) quando há aumento de epizootias e casos de febre amarela silvestre de forma intensa, com risco de expansão da doença em cidades com elevado índice populacional e que não tinham recomendação para vacinação anteriormente. O fracionamento da vacina da febre amarela é seguro, pois a mesma vacina é utilizada, só que em dose menor. A única diferença está no volume e no tempo de proteção. A dose padrão (0,5 Ml) protege por toda a vida, enquanto a dose fracionada (0,1 Ml) protege por oito anos, segundo os últimos estudos realizados pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Biomanguinhos/Fiocruz).

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Fonte: Fiocruz

Campanha Janeiro Branco coloca a Saúde Mental em evidência

Estudos apresentados pela OMS (Organização Mundial de Saúde) e Ministério da Saúde do Brasil indicam que o país tem um crescimento vertiginoso de problemas relativos à Saúde Mental é à Saúde Emocional. Segundo dados de 2017 da OMS, a sociedade brasileira é a recordista latino-americana em casos de depressão, a campeã mundial em relação à ansiedade e o 4º colocado em relação ao crescimento das taxas de suicídio entre os jovens da América Central e da América do Sul.

A campanha Janeiro Branco é planejada e projetada para a promoção de ações, orientações e reflexões a respeito das condições e características emocionais dos seres humanos, buscando dar mais visibilidade ao tema que é de grande relevância. O projeto preza pela Saúde Mental, buscando estratégias políticas, sociais e culturais para que o adoecimento emocional seja prevenido, conhecido e combatido em todos os espaços em que o ser humano se faz presente.

Isso acontece por meio de ações e intervenções urbanas que tenham como tema central a Saúde Mental, resultando na criação de uma cultura de Saúde Mental entre os seres humanos e a valorização da Saúde Mental no SUS e nas redes públicas e privadas de saúde no Brasil e no mundo.

Campanha 2018

Este ano, a Campanha Janeiro Branco chega a sua 5ª edição.

Sites voltados às temáticas da psicologia, psiquiatria e demais áreas ligadas à saúde e à assistência social de todo o país estão aderindo à proposta e organizando ações em suas cidades, como compartilhamento de posts nas redes sociais, palestras sobre Saúde Emocional em salas de espera de hospitais, em escolas, empresas, parques, auditórios e todos os espaços públicos e privados em que as pessoas possam ser inspiradas e incentivadas a pensarem sobre Saúde Mental em uma perspectiva preventiva, tanto individuais quanto coletivas.

Também há distribuição de balões e fitas brancas em praças das cidades, tira-dúvidas virtual e presencial sobre Saúde Mental e a importância da Psicoeducação, entrega de panfletos explicativos  em escolas e empresas. Há, ainda, a proposição de Projetos de Lei às autoridades locais, regionais e nacionais para que o mês de janeiro seja legalmente reconhecido como o Mês do Janeiro Branco e da Conscientização sobre Saúde Mental nos calendários oficiais dos municípios e estados brasileiros.

Mais informações:
www.facebook.com.br/campanhajaneirobranco

Fonte: CREMESP

Organização Mundial da Saúde oferece cursos gratuitos

verao2015A Organização Mundial da Saúde lançou uma série de cursos em vídeo sobre epidemias, pandemias e emergências de saúde.

Adaptado para aqueles que trabalham em emergências, os cursos também são acessíveis a qualquer pessoa interessada e podem ser acessados via aplicativos para celular.

Os cursos – conhecidos como ‘openWHO’, ou ‘OMS aberta’ – transformam conhecimento científico complexo em aulas de vídeo introdutórias de fácil compreensão. É possível ter acesso aos cursos de modo off-line por meio de dispositivos móveis (IOS e Android).

A plataforma pode hospedar um número ilimitado de usuários e está aberta a qualquer pessoa que queira se registrar.

A plataforma possui três canais principais:

  • O canal ‘Surtos’ (outbreaks) se concentra em doenças que são epidêmicas ou propensas a pandemia, como ebola, febre amarela e gripe pandêmica.
  • O canal GetSocial! abrange intervenções de ciências sociais, tais como comunicação de risco, envolvimento da comunidade e mobilização social.
  • Ready For Response (‘Pronto para resposta’) oferece cursos sobre o quadro de resposta de emergência da OMS, o Sistema de Gerenciamento de Incidentes e treinamentos pré-implantação para pessoas que podem ser enviadas para os países para resposta de emergência.

Todos os cursos estão em inglês e muitos também estão disponíveis em árabe e francês.

Fonte: OMS