Resultado do Prêmio Capes de Tese de 2017

O Grande Prêmio Capes de Tese 2017 anunciou as pesquisas vencedoras: Amanda Costa Thomé Travincas com a tese “A tutela jurídica da liberdade acadêmica no Brasil: a liberdade de ensinar e seus limites”, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS); Mychael Vinícius da Costa Lourenço, com a tese “Mecanismos de estresse neuronal, disfunção sináptica e neuroproteção em modelos experimentais da Doença de Alzheimer”, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); e Tiago Barbin Batalhão, com a tese “Avanços teóricos e experimentais em Termodinâmica Quântica” da Universidade Federal do ABC (UFABC). O anúncio foi feito na cerimônia de premiação, em Brasília, no dia 7 de dezembro de 2017.

O Prêmio teve cinco pesquisas com apoio FAPESP selecionadas entre as melhores teses de doutorado defendidas no Brasil no ano de 2016. As teses selecionadas com financiamento da FAPESP foram: “Detecção e eliminação de ruídos para problemas de classificação”, por Luís Paulo Faina Garcia (Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da USP de São Carlos);“Hurdles and potentials in value-added use of peanut and grape by-products as sources of phenolic compounds”, por Adriano Costa de Camargo (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz – Esalq – da USP); “Mudanças climáticas: impactos na produtividade e adaptações necessárias ao cultivo da soja na região Centro-Sul do Brasil”, por Rafael Battisti (Esalq-USP); “Associação da expressão de CD39 em células Tregs com a eficácia terapêutica do metotrexato no tratamento da artrite reumatoide”, por Raphael Sanches Peres (Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP); e “Estrutura eletrônica de materiais orgânicos para aplicações em camadas ativas de células solares”, por Eliezer Fernando de Oliveira (Faculdade de Ciências da Unesp).

O Prêmio consiste em diploma, medalha e bolsa de pós-doutorado nacional de até 12 meses para o autor da tese; auxílio para participação em congresso nacional, para o orientador, no valor de R$ 3 mil; distinção a ser outorgada ao orientador, coorientador e ao programa em que foi defendida a tese; além de passagem aérea e diária para o autor e um dos orientadores da tese premiada para que compareçam à cerimônia de premiação.

Já o Grande Prêmio, que teve as três teses vencedores, consiste em certificado de premiação, troféu e bolsa de pós-doutorado internacional de até 12 meses para o autor da tese; auxílio para uma participação em congresso internacional, para o orientador, no valor de R$ 9 mil; certificado de premiação ao orientador, coorientador e ao programa em que foi defendida a tese; e passagem aérea e diária para o autor e um dos orientadores da tese premiada para que compareçam à cerimônia de premiação. Pela Fundação Conrado Wessel, são oferecidos três prêmios no valor de US$ 15 mil cada um para cada premiado nas três grandes áreas.

A lista completa das teses selecionadas do Prêmio está disponível no site da Capes.

Para mais informações sobre a premiação acesse: http://www.capes.gov.br/sala-de-imprensa/noticias/8670-premio-capes-de-tese-2017-consagra-melhores-trabalhos-de-doutorado-do-pais.

Fonte: FAPESP

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Medicina Cardiovascular – Reduzindo o impacto das doenças ganha prêmio Jabuti 2017

O resultado do 59º Prêmio Jabuti já está disponível.

Na área de Ciências da Saúde foram premiados:

1º Lugar – Zika: do Sertão nordestino à ameaça global – Autor(a): Debora Diniz – Editora: Civilização Brasileira

2º Lugar – Medicina Cardiovascular – Reduzindo o impacto das doenças
Autor(a): Roberto Kalil Filho, Valentin Fuster e Cícero Piva de Albuquerque – Editora: Atheneu

A biblioteca possui exemplares para empréstimo à comunidade USP . Clique aqui para acesso à classificação e disponibilidade no DEDALUS!

3º Lugar – Neurofisiologia básica para profissionais da área de saúde –Autor(a): Márcia Radanovic, Eliane Mayumi Kato-narita – Editora: Atheneu

Acesso ao resultado completo no link: http://premiojabuti.com.br/apuracao/f2-dt311017-1507/

Fonte: premiojabuti

 

 

Professor da FMUSP é empossado na Real Academia de Medicina da Catalunha

O professor titular da Faculdade de Medicina (FM) da USP, Flair José Carrilho, foi empossado como Acadêmico de Honra da Real Academia de Medicina da Catalunha, em Barcelona, na Espanha.

Carrilho é o primeiro brasileiro a receber essa honraria. Entre os 65 acadêmicos de Honra da Real Academia, há dez ganhadores de Prêmios Nobel, como Alexander Fleming, James Dewey Watson e Françoise Barré-Sinoussi.

A Real Academia de Medicina da Catalunha foi uma das primeiras escolas práticas para formar cirurgiões. Criada em 1770, impulsiona os estudos sobre a história da Medicina, debates sobre as atuais questões sanitárias, além de ser um órgão consultivo das administrações sanitárias e de justiça da Catalunha.

O diretor da FM, José Otávio Costa Auler Junior, representou o reitor da Universidade, Marco Antonio Zago, na cerimônia, realizada no último dia 19 de setembro. “Esse é o reconhecimento da importância do professor Flair no cenário acadêmico e científico internacional”, destacou Auler.

Graduado em Medicina pela Universidade Estadual de Londrina, Flair José Carrilho é chefe do Departamento de Gastroenterologia da FM e da Divisão de Gastroenterologia e Hepatologia Clínica do Hospital das Clínicas. Foi presidente do Conselho Diretor do Instituto Central do HC no período de 2006 a 2014.

A ligação de Carrilho com a Catalunha é antiga. Entre 1974 e 1976, fez residência médica em Gastroenterologia na Universidad Autonoma de Barcelona e foi pesquisador associado em Hepatologia pela Universitat de Barcelona. Continuou a ter contato com a cidade, especialmente com o Serviço de Hepatologia do Hospital Clínic de Barcelona, onde foi o primeiro pesquisador estrangeiro a atuar. Com sua influência nas áreas de gastroenterologia, hepatologia e transplante de fígado, foi responsável por levar mais de 100 médicos brasileiros à cidade catalã desde os anos 1980.

Além disso, desde 2002, organiza um encontro internacional bianual no Brasil envolvendo médicos catalães e brasileiros. Também foi responsável, em 2009, pela assinatura de um acordo entre a FM e a Academia, a fim de promover a integração de centros especializados entre a América Latina e a Catalunha, a formação de profissionais em pesquisa médica e a investigação e o intercâmbio de informações científicas.

Fonte: Assessoria de Comunicação da FMUSP

Prêmio Doutor Cidadão 2017 está com inscrições abertas

Prêmio Doutor Cidadão 2017: inscreva seu projeto de 1º de agosto a 15 de setembro

De 1º de agosto a 15 de setembro, estarão abertas as inscrições para a oitava edição do Prêmio Doutor Cidadão. A iniciativa da Associação Paulista de Medicina visa reconhecer e valorizar os projetos sociais de médicos e acadêmicos nas áreas da saúde, assistência social, educação, cultura ou meio ambiente no estado de São Paulo.

A inscrição deve ser feita pelo portal da APM, em página específica do prêmio. Os projetos serão divididos em duas categorias: Acadêmicos de Medicina (1º e 2º lugar) e Médicos – Pessoa Física (1º e 2º lugar), e os prêmios variam de R$ 3.500 a R$ 15.000.

Devem ser enviados em arquivo PDF por e-mail premiodrcidadao@apm.org.br. Serão aceitos os trabalhos entregues até às 23 horas do dia 15 de setembro. Lembrando que não serão considerados os encaminhados via correspondência ou pessoalmente.

O anúncio dos vencedores acontecerá em 27 de outubro, na sede da APM, em solenidade de premiação. O edital com o regulamento das inscrições estará disponível em breve no site da entidade.

Sobre a iniciativa

A APM reconhece, desde 2004, os programas sociais idealizados e/ou executados por médicos e acadêmicos da Medicina. A escolha dos vencedores é feita por uma comissão julgadora, que analisa o impacto da atuação dos candidatos nas políticas públicas de saúde, as metas de curto e médio prazo, a relação custo e benefício da ação, os resultados e o número de pessoas atendidas.

Fonte: APM

Pesquisador da USP recebe prêmio

Raphael Sanches Peres, pesquisador do Centro de Pesquisa em Doenças Inflamatórias (Crid) da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, acaba de receber mais um prêmio por desvendar os mecanismos biológicos que fazem portadores de artrite reumatoide não responderem ao tratamento convencional, com metotrexato, além de criar um “kit diagnóstico” para identificá-los.

Peres venceu a primeira edição do Prêmio Cientistas e Empreendedor do Ano Instituto Nanocell, na categoria aluno da área de Biotecnologia Aplicada à Saúde. A premiação ocorreu dia 21 de outubro em Manaus (AM), durante o congresso Biotecnologia Sustentável na Biodiversidade Amazônica, e foi um reconhecimento do grande público aos cientistas que se destacaram no último ano por suas atividades sociais através de sua produção científica.

Os resultados do trabalho que Peres desenvolveu no Crid foram publicados no ano passado na Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), revista da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos. Com ele, no ano passado, Peres também foi premiado pelo Ministério da Saúde como o trabalho publicado com maior potencial de aplicabilidade para o Sistema Único de Saúde (SUS), no décimo quarto Prêmio de Incentivo em Ciência e Tecnologia para o SUS.

Mais informações: e-mail mfloria@fmrp.usp.br

Fonte: Jornal da USP

Entrega do Prêmio Octavio Frias de Oliveira no ICESP

No dia 05 de agosto aconteceu a entrega do Prêmio “Octavio Frias de Oliveira”, no auditório do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp).

O prêmio foi concedido em três diferentes categorias:

  • Personalidade de Destaque,
  • Pesquisa em Oncologia e,
  • Inovação Tecnológica em Oncologia.

O prêmio é uma parceria entre o ICESP e o jornal Folha de São Paulo.

O Prof. Marco Antônio Zago, Reitor da Universidade de São Paulo foi o ganhador da categoria Personalidade de Destaque, a segunda categoria, Pesquisa em Oncologia, ficou para os pesquisadores do A. C. Camargo Center e na terceira e última categoria, Inovação Tecnológica em Oncologia, os ganhadores foram um grupo de pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

O objetivo do Prêmio Octavio Frias de Oliveira é incentivar e premiar a produção de conhecimento nacional na prevenção e combate ao câncer.

Fonte: FMUSP

Prêmio VIVALEITURA

O prêmio faz parte do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), é uma iniciativa do Ministério da Cultura (MinC), da Fundação Biblioteca Nacional, do Ministério da Educação (MEC) e da Organização dos Estados Ibero-americanos para Educação, a Ciência e a Cultura (OEI), com o apoio da Fundação Santillana, da Fundação Banco do Brasil, do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e da União dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime).

O objetivo do Prêmio VIVALEITURA é estimular, fomentar e reconhecer as melhores experiências que promovam a leitura.

Serão premiadas as seguintes categorias:

  •  “Bibliotecas Públicas, Privadas e Comunitárias”;
  •  “Escolas Públicas e Privadas”;
  • “ONGs, pessoas físicas, universidades/faculdades e instituições sociais”

Os trabalhos devem ter foco na área de leitura. O valor do prêmio é de R$ 30 mil, em cada categoria. Serão premiados seis vencedores de cada categoria.

Esta é a sétima edição do Prêmio. As inscrições estão abertas até 1º de novembro.

Mais informações:
www.premiovivaleitura.org.br