Colaboração e cooperação são fundamentais para tornar a ciência aberta uma realidade

A causa por boas práticas de pesquisa e dados abertos para resultados da pesquisa é cada vez mais inquestionável. O acesso aberto aos dados da pesquisa pode ajudar a acelerar o ritmo de progresso das descobertas e oferecer mais valor ao permitir a reutilização e reduzir a duplicação. Boas práticas de dados também tornam a pesquisa mais eficiente, eficaz e satisfatória para os pesquisadores. Como revelam os dados do Digital Science Open Data survey 20171, a comunidade de pesquisa reconhece o valor dos dados abertos, mas boas práticas e compartilhamento de dados ainda estão longe do status quo.

Springer Nature e suas publicações têm defendido as boas práticas de dados há mais de uma década. Os esforços recentes concentraram-se no crescimento das opções de publicação de dados para gerar crédito e no fortalecimento e simplificação das nossas políticas de dados. Nosso foco futuro é no apoio e incentivos para permitir o compartilhamento e gerenciamento de dados, além dos dados abertos, construídos em colaboração com a comunidade de pesquisa.

[Publicado originalmente no blog LSE Impact of Social Sciences em Outubro/2017]

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Fonte: SciELO

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Livro gratuito para download: Reforma sanitária

reforma.jpgO livro “Reforma Sanitária Brasileira: contribuição para a compreensão e crítica“, de Jairnilson Paim, está disponível no portal de livros eletrônicos da SciELO.

A obra, publicada pela Editora Fiocruz em 2008, recupera a história da instituição da Reforma Sanitária brasileira, apresentando seus antecedentes e analisando a conjuntura do país na época da concepção do movimento. O autor examinou dois períodos: da fundação do Cebes – Centro Brasileiro de Estudos de Saúde à promulgação da Constituição e do final do governo Sarney ao final do primeiro governo Lula (2003 a 2006).

Acesso gratuito para download no portal. Confira aqui!

Fonte: Scielo

Análise de rankings e produção científica brasileira

Tese de doutorado defendida em 2015 na Universidade de São Paulo (USP) reuniu um conjunto de dados e argumentos que ajuda a compreender por que o Brasil tem um desempenho relativamente modesto em rankings internacionais de universidades.

A pesquisadora Solange Maria dos Santos, coordenadora de produção e publicação da biblioteca eletrônica SciELO, analisou uma década de produção científica brasileira (2003-2012) e esmiuçou a metodologia adotada por seis desses rankings para entender, por exemplo, por que há discrepância no número de instituições brasileiras entre as melhores do mundo – um deles registra apenas duas instituições nesse clube, enquanto outros enxergam até 22. Outra questão abordada envolve um aparente paradoxo: se o Brasil tem bom desempenho em rankings vinculados a certas áreas do conhecimento, como medicina e agronomia, por que isso não se reflete nos rankings gerais?

Segundo a pesquisadora, parâmetros de seleção adotados pelos rankings limitam a participação de mais universidades do país. “Um dos critérios de corte é o volume da produção indexada em bases internacionais. Por isso, grandes instituições, com indicadores robustos de pesquisa e ensino, têm mais chance de classificação. Os rankings selecionam um número restrito de instituições – na maioria das vezes, as 500 melhores – num universo de mais de 16 mil universidades no mundo”, diz Solange, que defendeu a tese na Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP e realizou parte da pesquisa na Espanha, na Universidade Carlos III, de Madri.

leia a matéria completa

Acesse a tese completa aqui!

Fonte: FAPESP

A indexação do Scielo

scieloA partir de 2016, além da presença do SciELO no Google Scholar e  principais índices bibliográficos de periódicos, todos os periódicos e eBooks SciELO estão indexados e detectáveis através dos principais Serviços de Pesquisa do mundo – EBSCO Discovery Service, Ex-Libris Primo Central, e o WorldCat Discovery Service.

Acesse o artigo completo: http://blog.scielo.org

Fonte: Scielo

 

E-books gratuitos da Fiocruz

fiocruzA editora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) oferece mais de 80 livros para download gratuito por meio do Portal SciELO Livros. Os interessados em pesquisar e estudar sobre saúde devem acessar o link e consultar as publicações e autores.

Para acessar: Clique aqui!

Fonte: Catraca Livre

Novos critérios para indexação na SciELO

Com o objetivo de contribuir para a internacionalização dos periódicos científicos produzidos no Brasil, a biblioteca eletrônica SciELO (Scientific Eletronic Library On Line), mantida pela FAPESP, anunciou novos critérios para indexação em sua plataforma.

Os critérios servem para a indexação de novos periódicos e para a permanência dos que já compõem a coleção SciELO Brasil. Para Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da FAPESP, a internacionalização refletirá no impacto das publicações.

“É um esforço que, somado a outros, contribuirá para a inserção dos nossos pesquisadores no contexto internacional da ciência, aumentando sua competitividade. Nossa produção científica cresce consideravelmente e o desafio agora é aumentar seu impacto”, disse Brito Cruz durante a reunião.

As medidas anunciadas abrangem critérios relacionados com a gestão dos processos editoriais, a afiliação dos autores dos artigos e o idioma de publicação, com prazos definidos por área do conhecimento.

A implementação das medidas será avaliada com base em indicadores relacionados à evolução da porcentagem de artigos publicados em inglês e de autores com afiliação estrangeira, além do aumento da proporção de pesquisadores de outros países que exerçam as funções de editores associados e pareceristas.

Também será avaliado o número de downloads originários do Brasil e do exterior, a quantidade de citações por artigos concedidas por autores estrangeiros, tendo o SciELO Citation Index como fonte de referência de cálculo, e a evolução da presença nas redes sociais, com base no índice da Altmetric.com.

O documento com os novos critérios para admissão e permanência de periódicos científicos na coleção SciELO Brasil, assim como a política que orientou sua elaboração e os procedimentos exigidos, está disponível em www.scielo.br/avaliacao/avaliacao_pt.

Fonte: FAPESP

Perfil dos pesquisadores no universo da ciência

Em recente publicação em PLoS ONE, pesquisadores liderados por John Ioannidis, da Universidade de Stanford, relatam um detalhado estudo na base Scopus do publisher Elsevier, no qual identificam uma fração de cerca de 150 mil pesquisadores que formam o cerne do universo de cerca de 15 milhões de pesquisadores ativos em todo o mundo (definido como aqueles que publicaram ao menos um artigo indexado) no período entre 1996 e 2011. Este núcleo denominado de Continuously Publishing Core, segundo Ioannidis, tem em particular o fato de que publicaram ao menos um trabalho em cada ano no período de 16 anos analisados, sem falhar um único ano. Este seleto grupo de cientistas correspondem a apenas 1% do total, e possui presença ininterrupta e contínua na literatura (uninterrupted, continuous presence ou UCP).

Os autores da publicação salientam que mais importante do que publicar é publicar constante e continuamente, pois apenas assim estaria assegurada a efetiva contribuição para a ciência e o conhecimento, apesar de que importantes contribuições possam ser feitas em publicações isoladas. O artigo analisa a produção científica dos pesquisadores que formam o cerne da ciência nos seus aspectos bibliométricos, com o objetivo de melhor caracterizar esta população.

Acesse o artigo na íntegra: http://goo.gl/22R7IH

Fonte: Blog Scielo