Evento gratuito sobre Sarampo, Influenza e vacinação

O Centro de Vigilância Epidemiológica “Prof. Alexandre Vranjac” realiza no próximo dia 17 de abril, da 8h às 16h o Simpósio INFLUENZA & SARAMPO & CAMPANHA DE VACINAÇÃO.

O evento é destinado aos profissionais da área de saúde.

Inscrições gratuitas até 16/04 no link: http://formsus.datasus.gov.br

Local:
Centro de Convenções Rebouças — Grande Auditório e Salão Nobre
Av. Enéas de Carvalho Aguiar, 23, São Paulo, Capital

Fonte: FMSUP

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Agência da ONU alerta que epidemia de influenza causa até 650 mil mortes por ano

OMS diz que vacinação é única maneira de evitar a influenza
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A Organização Mundial da Saúde, OMS, afirmou que os surtos de gripe podem causar até 650 mil mortes anualmente por complicações respiratórias. E segundo a agência, a melhor forma de evitar a doença é a vacinação.

O alerta foi feito durante um briefing em Genebra, sede da OMS, na terça-feira. Especialistas alertam que nesta estação, existem três tipos e subtipos de influenza, H1N1, H3N2 e B. Todos esses vírus estão circulando, mas diferem entre países e regiões. A alta de casos também foi registrada em áreas tropicais incluindo o Equador.

Hospitalização

Na América do Norte, por exemplo, o número de atendimentos em postos de saúde por influenza e doenças similares, é o mais alto das últimas sete épocas de gripe.

O tipo mais comum do vírus é o H3N2, mas as notificações do tipo B já começam a crescer dentre os pacientes testados. Nos Estados Unidos, as taxas de hospitalização estão no mesmo nível dos anos passados.

Já na Europa, os casos de influenza permanecem altos na maioria dos países com destaque para o norte e noroeste do continente.  No norte da África e oeste da Ásia, o tipo de vírus mais comum é o H1N1 seguido pela influenza B.

Grávidas, crianças e idosos

De acordo com a OMS, grávidas em qualquer mês de gestação, crianças entre 6 meses e 5 anos, idosos acima de 65 anos, trabalhadores de saúde e pessoas com doenças crônicas devem tomar a vacina contra a gripe anualmente.

A imunização é mais eficiente que antirretrovirais. Esse tipo de medicamento só funciona se ingerido nas primeiras 48 horas após surgirem os sintomas.

Com a vacina, milhões de doenças e dezenas de milhares de hospitalizações associadas à gripe podem ser evitadas todos os anos.
Mesmo assim, alguns pacientes imunizados ainda podem contrair a gripe, mas estudos comprovam que com a vacina, a doença é suavizada.

A OMS afirma não ser possível saber de antemão que tipo de vírus irá circular durante a estação de gripe, por causa da evolução natural.

Por isso, duas vezes ao ano, a composição da vacina é revisada para assegurar a proteção adequada.
A agência garante que as vacinas estão sendo testadas regularmente há mais de 60 anos e são seguras e eficientes.

Fonte: Monica Grayley – ONU News

Panorama da Febre Amarela

vacinasO alarme dos macacos

Controlada nas cidades pela vacinação, doença está dizimando populações de primatas silvestres, cujas mortes indicam as áreas de transmissão do vírus

CARLOS FIORAVANTI

Nas três últimas semanas de dezembro de 2017, o ecólogo Márcio Port Carvalho, pesquisador do Instituto Florestal de São Paulo, recolheu 65 bugios-ruivos (Alouatta guariba clamitans) mortos pelo vírus da febre amarela no Horto Florestal, parque estadual na zona norte da capital paulista, com outros biólogos e equipes da Guarda Civil Metropolitana e da Polícia Ambiental. “Praticamente todos os bugios do Horto morreram. Conhecíamos todos os 17 grupos”, conta ele.

Para os seres humanos, o vírus da febre amarela pode ser fatal, mas pode ser detido pela vacinação. Para os macacos, para os quais não há vacinas, está sendo catastrófico. Os órgãos públicos de saúde registraram a morte de mais de 2 mil animais – principalmente bugios – durante o surto de 2008 e 2009 no Rio Grande do Sul, mas o efeito do vírus deve ter sido mais amplo. Biólogos e epidemiologistas estimam que o número de primatas silvestres mortos por causa da febre amarela registrados em áreas urbanas corresponda a apenas 10% do total exterminado pela doença. Os outros 90% morrem no interior das matas, deterioram-se e não são encontrados. Calcula-se que cerca de 1,3 mil macacos devam ter morrido no Espírito Santo e 5 mil no estado de São Paulo em 2017.

As mortes dos macacos indicam as áreas de maior risco de transmissão do vírus da febre amarela e orientam as campanhas de vacinação (ver quadro). “Sem os macacos, estamos desprotegidos para perceber a chegada e os deslocamentos do vírus”, alerta o biólogo Júlio César Bicca Marques, professor da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS). “Antes de começar o monitoramento das mortes de macacos, o mapeamento da febre amarela dependia somente das pessoas que adoeciam e morriam”, diz o biólogo Renato Pereira de Souza, diretor técnico do núcleo de doenças de transmissão viral do Instituto Adolfo Lutz, de São Paulo. “Só apareciam os casos graves, porque as pessoas com os sintomas mais leves não iam até os hospitais para se tratar.” O Ministério da Saúde propôs em 1999 aos órgãos de saúde o acompanhamento das mortes de macacos como estratégia para identificar as novas áreas de transmissão do vírus e planejar as medidas de proteção dos moradores das cidades, principalmente das áreas próximas a matas.

acesse aqui a matéria completa

Fonte: FAPESP

Programa Nacional de Imunizações

A vacinação ainda é a melhor forma de prevenir doenças

vacinacao-prevenir-doencas-card2Há mais de 100 anos, em 1904, aconteceu a primeira campanha de vacinação em massa feita no Brasil. Idealizada por Oswaldo Cruz, o fundador da saúde pública no país, a campanha tinha o objetivo de controlar a varíola, que então dizimava boa parte da população do Rio de Janeiro. Porém, as ações de imunização eram caracterizadas pela descontinuidade e pela baixa área de cobertura.

Para mudar essa realidade, foi criado, em 1973, o Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde.  O Programa transformou o Brasil em um dos países que oferece o maior número de vacinas do mundo.

As vacinas feitas no Brasil, além de serem produzidas com alta tecnologia, atendem a todo o processo de qualidade de produção exigido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

As vacinas são seguras, evitam o agravamento de doenças, internações e até mesmo óbitos.  Um exemplo disso é que estudos demonstram que a imunização da gripe pode reduzir entre 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade por complicações da gripe.

Produzidas a partir de organismos enfraquecidos, mortos ou alguns derivados, podem ser administradas por meio de injeção ou por via oral. Quando a pessoa é vacinada, o corpo detecta a substância e produz uma defesa: os anticorpos, que permanecem no organismo e evitam que a doença ocorra no futuro.

O Programa Nacional de Imunizações tem como missão o controle, a eliminação e a erradicação de doenças. É responsável por definir o Calendário Nacional de Vacinação, de acordo com critérios epidemiológicos e o risco de adoecimento da população.

Atualmente, são oferecidas à população brasileira 19 vacinas recomendadas pela Organização Mundial da Saúde.  São mais de 300 milhões de doses, por ano, todas adquiridas pelo Ministério da Saúde e distribuídas aos estados e municípios visando à imunização de crianças, adolescentes, adultos e idosos. Elas são disponibilizadas pela rede pública de saúde de todo o país, gratuitamente, para combater mais de 20 doenças. Há ainda outras 10 vacinas especiais para grupos em condições clínicas específicas, como pessoas que vivem com HIV, disponíveis nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE).

Algumas doenças que podem ser evitadas graças às vacinas disponíveis no SUS:

  • Poliomelite é uma doença contagiosa, provocada por vírus e caracterizada por paralisia súbita geralmente nas pernas. A transmissão ocorre pelo contato direto com pessoas ou contato com fezes de pessoas contaminadas, ou ainda contato com água e alimentos contaminados. Vacina poliomielite inativada -VIP e vacina oral poliomielite – VOP
  • tétano é uma infecção, causada por uma toxina produzida pelo bacilo tetânico, que entra no organismo por meio de ferimentos ou lesões na pele (tétano acidental) ou pelo coto do cordão umbilical (tétano neonatal ou mal dos sete dias) e atinge o sistema nervoso central. Caracteriza-se por contrações e espasmos, dificuldade em engolir e rigidez no pescoço. Vacinas: Penta/DTP, Dupla adulto
  • coqueluche, também conhecida como tosse comprida, é uma doença infecciosa, que compromete o aparelho respiratório (traqueia e brônquios) e se caracteriza por ataques de tosse seca. É transmitida por tosse, espirro ou fala de uma pessoa contaminada. Em crianças com menos de seis meses, apresenta-se de forma mais grave e pode levar à morte. Vacinas: Penta/DTP
  • sarampo é uma doença muito contagiosa, causada por um vírus que provoca febre alta, tosse, coriza e manchas avermelhadas pelo corpo. É transmitida de pessoa a pessoa por tosse, espirro ou fala, especialmente em ambientes fechados. Facilita o aparecimento de doenças como a pneumonia e diarreias e pode levar à morte, principalmente em crianças pequenas. Vacinas: Tríplice viral e tetra viral e tetra viral Vacina: Penta/DTP
  • rubéola é uma doença muito contagiosa, provocada por um vírus que atinge principalmente crianças e provoca febre e manchas vermelhas na pele, começando pelo rosto, couro cabeludo e pescoço, se espalhando pelo tronco, braços e pernas. É transmitida pelo contato direto com pessoas contaminadas. Vacinas: Tríplice viral e tetra viral
  • caxumba é uma doença viral, caracterizada por febre e aumento de volume de uma ou mais glândulas responsáveis pela produção de saliva na boca e, às vezes, de glândulas que ficam sob a língua ou a mandíbula. O maior perigo é a caxumba “descer”, isto é, causar inflamação dos testículos principalmente em homens adultos, que podem ficar sem poder ter filhos depois da infecção. Pode causar ainda inflamação dos ovários nas mulheres e meningite viral. É transmitida pela tosse, espirro ou fala de pessoas infectadas. Vacinas: Tríplice viral e tetra viral
  • febre amarela é uma doença infecciosa, causada por um vírus transmitido por vários tipos de mosquito. A forma da doença que ocorre no Brasil é a febre amarela silvestre, que é transmitida pelos mosquitos Haemagogus e o Sabethes, em regiões fora das cidades. É uma doença grave, que se caracteriza por febre repentina, calafrios, dor de cabeça, náuseas e leva a sangramento no fígado, no cérebro e nos rins, podendo, em muitos casos, causar a morte. Vacina: febre amarela
  • difteria é causada por um bacilo, produtor de uma toxina que atinge as amídalas, a faringe, o nariz e a pele, onde provoca placas branco-acinzentadas. É transmitida, por meio de tosse ou espirro, de uma pessoa contaminada para outra. Vacinas: Penta/DTP, Dupla adulto e DTPadTpa
  • Hepatite B é uma doença causada por um vírus e que provoca mal-estar, febre baixa, dor de cabeça, fadiga, dor abdominal, náuseas, vômitos e aversão a alguns alimentos. O doente fica com a pele amarelada. A Hepatite B é grave, porque pode levar a uma infecção crônica (permanente) do fígado e, na idade adulta, levar ao câncer de fígado. Vacina: Hepatite B
  • tuberculose é uma doença infecciosa e transmissível que afeta prioritariamente os pulmões. O principal sintoma é a tosse (seca ou produtiva). Por isso, recomenda-se que todo sintomático respiratório (pessoa com tosse por três semanas ou mais) seja investigado para a tuberculose. Há outros sinais e sintomas, além da tosse que podem estar presentes, tais como febre vespertina, sudorese noturna, emagrecimento e cansaço/fadiga. Vacina: BCG
  • hepatite A é uma doença contagiosa, causada pelo vírus A (VHA) e também conhecida como “hepatite infecciosa”. Sua transmissão é fecal-oral, por contato entre indivíduos ou por meio de água ou alimentos contaminados pelo vírus. Geralmente, não apresenta sintomas. Porém, os mais frequentes são: cansaço, tontura, enjoo e/ou vômitos, febre, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras.
  • O câncer do colo do útero, também chamado de cervical, é causado pela infecção persistente por alguns tipos (chamados oncogênicos) do Papilomavírus Humano –  HPV. A infecção genital por este vírus é muito frequente e não causa doença na maioria das vezes. Entretanto, em alguns casos, podem ocorrer alterações celulares que poderão evoluir para o câncer. Vacina: HPV
  • Meningite C – Meningites são inflamações nas membranas que recobrem o sistema nervoso central (as meninges). Podem ser causadas por vários microorganismos como bactérias, fungos, vírus e parasitas, além de alguns agentes não infecciosos. A bactéria Neisseria meningitidis (meningococo) é um dos agentes mais importantes, por apresentar incidência e letalidade consideráveis, além de ser capaz de produzir surtos. A infecção pelo meningococo (doença meningocócica) pode manifestar-se de várias formas, com ou sem acometimento das meninges, e pode ou não determinar sequelas. Os principais sintomas são febre, dor de cabeça intensa, vômitos, prostração, convulsões e sinais de irritação meníngea, estes muitas vezes ausentes em lactentes. A Introdução da vacina meningocócica C con¬jugada, no Calendário Nacional de Vacinação representou um enorme avanço no controle da doença meningocócica causada pelo sorogrupo C.
  • Pneumonias, meningintes, otites e até sinusites. Vacina: Pneumocócia 10v. As infecção por Streptococcus pneumoniae é uma importante causa de da pneumonia e mortes pela doença  em todo o mundo. A vacinação da criança com  a vacina pneumocócica 10-valente (conjugada), em todo o território nacional tem contribuído para a redução da doença.
  • Gripe – A influenza (gripe) é uma doença respiratória infecciosa de origem viral, que pode levar ao agravamento e ao óbito, especialmente nos indivíduos que apresentam fatores ou condições de risco para as complicações da infecção.  Grupos prioritários para a vacinação contra influenza: indivíduos com 60 anos ou mais de idade, serão vacinadas as crianças na faixa etária de 6 meses a menores de 5 anos de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias), as gestantes, as puérperas (até 45 dias após o parto), os trabalhadores da saúde, os povos indígenas, os grupos portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, os adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas, a população privada de liberdade e os funcionários do sistema prisional. Também forão incluídos para a vacinação, neste ano, os professores das escolas públicas e privadas.
  1. World Health Organization. Media centre. Influenza (seasonal). Fact sheet. November 2016 [Internet]. 2016 [atualizado 2016 Nov; citado 2017 Fev 06]. Disponível em:http://www.who.int/mediacentre/factsheets/fs211/en/
  2. FIORE, A.E.; SHAY, D.K.; HABER, P.; ISKANDER, J.K.; UYEKI, T.M.; MOOTREY, G.; BRESEE, J.S.; COX, N.J. Prevention and control of influenza. Recommendations of the Advisory Committee on Immunization Practices (ACIP), 2007. Morbidity and Mortality Weekly Report, Atlanta, n. 56 (RR06), p. 1-54, 2007.
  3. MICHIELS, B.; GOVAERTS, F.; REMMEN, R.; VERMEIRE, E.; COENEN, S. A systematic review of the evidence on the effectiveness and risks of inactivated influenza vaccines in different target groups. Vaccine, Amsterdam , v.29, n.49, p.9159-9170, 2011.
  4. TRICCO, A.C.; CHIT, A.; SOOBIAH, C.; HALLET, D.; MEIER, G.; CHEN, M.H.; TASHKANDI, M.; BAUCH, C.T.; LOEB, M. Comparing influenza vaccine efficacy against mismatched and matched strains: a systematic review and meta-analysis. BMC Medicine, Londres, doi: 10.1186/1741-7015-11-153, 2013.
  5. VACCINES against influenza WHO position paper – November 2012.Weekly Epidemiological Record, Genebra, v. 87, n. 47, p. 461-476, 2012.

Fonte: Ministério da Saúde

Febre amarela é tema de palestra na Fiocruz

A Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz) recebe, no dia 19/04/2017, das 9h às 16h, quatro especialistas para debater os aspectos de controle, vigilância e imunização da febre amarela.

O evento conta com a participação do coordenador de Controle de Doenças da Secretaria de Estado de São Paulo, Marcos Boulos, da pesquisadora da Ensp Andréa Sobral, do consultor científico do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz) Reinaldo de Menezes Martins e da coordenadora do Programa Nacional de Imunização (PNI/SVS/MS), Carla Domingues.

 

Os palestrantes abordarão aspectos da transmissão da febre amarela silvestre, da vacina e das estratégias de vacinação em distintos cenários e ainda irão debater as ações de saúde pública no controle da doença, conforme afirmou o coordenador do Ceensp e pesquisador da Ensp, Fernando Verani.

O evento é aberto ao público e não há necessidade de inscrição prévia.

Fonte: Fiocruz

UNA-SUS lança curso de capacitação a distância

Universidade Aberta do SUS lança curso de capacitação para vacinação contra o HPV

A Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS), por meio da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), lançou o curso Capacitação – Vacinação contra o HPV .

O objetivo é capacitar médicos, enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem, especialmente os que irão atuar na Campanha de Vacinação contra o HPV, que será lançada no dia 10 de março em todo o Brasil. Outros profissionais podem acessar ao curso por meio do link: Acesso como Visitante.

O curso apresenta aspectos relacionados ao papilomavírus humano e também sua relação com o câncer do colo do útero. Os profissionais de saúde serão instruídos sobre as ações necessárias à operacionalização da campanha de vacinação e os aspectos relacionados ao registro nominal da vacinação e à cobertura vacinal.

O curso é auto instrucional e será oferecido na modalidade a distância. A carga horária é de 15 horas-aula, podendo realizado em até 60 dias. As inscrições podem ser feitas de 28 de fevereiro a 30 de março, por meio do link: http://ufpe.unasus.gov.br/moodle_unasus/.

Assista ao vídeo do Secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa:

Mais informações no portal da UNA-SUS: http://www.unasus.gov.br/

Fonte: UNA-SUS