O Journal Citation Reports (JCR) de 2019 já está disponível

Resultado de imagem para jcr clarivate analyticsO Web of Science Group, empresa da Clarivate Analytics, lançou o Journal Citation Reports (JCR) de 2019.

JCR evoluiu, com suas medidas de avaliação de periódicos refinadas, expandidas e elucidadas.

A edição de 2019 acelera a expansão do JCR, com novos pontos de dados que fornecem contexto mais profundo e uma visão mais detalhada dos diversos elementos que impulsionam o desempenho dos periódicos. 

A versão de 2019 (cobrindo dados compilados para 2018) inclui os destaques abaixo: 

  • Cobertura de 11.877 periódicos, incluindo 283 títulos novos para o JCR – 108 deles totalmente Open Access.
  • Pesquisa e bolsa de estudos representando 81 países.
  • Entre os periódicos cobertos, 64% demonstram um aumento no Journal Impact Factor (JIF).
  • Em 90% das 236 categorias de pesquisa, houve um aumento no JIF agregado.
  • Após a investigação completa do comportamento de citação anômala, 17 revistas foram suprimidas a partir do 2019 JCR para garantir a integridade dos dados.

O conteúdo pode ser acessado nos computadores da Universidade e por VPN no link: https://jcr.clarivate.com

Fonte: Clarivate Analytics

Avaliação de Periódicos Científicos

Artigo publicado na revista Nature aborda avaliação de periódicos Científicos.

Repensando os fatores de impacto: melhores maneiras de julgar um periódico
“Precisamos de um conjunto de métricas mais amplo e transparente para melhorar a publicação científica, dizem” Paul Wouters, colegas e co-signatários.

Leia aqui artigo original: https://www.nature.com/articles/d41586-019-01643-3

Fonte: SIBiUSP

USP sobe duas posições no ranking QS World

Arte sobre foto/USP Imagens

A USP subiu duas posições na edição do QS World University Ranking 2019, passando da 118ª para a 116ª colocação. Essa é a melhor classificação alcançada pela Universidade desde que o ranking, elaborado pela consultoria britânica especializada em ensino superior Quacquarelli Symonds (QS), começou a ser publicado, em 2004. A USP também é a universidade brasileira mais bem classificada. O resultado foi divulgado no dia 19 de junho.

 

Além da USP, outras quatro instituições do País ficaram entre as 500 melhores do mundo: a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) ficou na 214ª posição, seguida da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), na 358ª, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), na 439ª, e da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, na 482ª colocação.

O ranking avaliou mais de 1.600 universidades do mundo todo, de acordo com seis indicadores: Reputação Acadêmica, Reputação entre Empregadores, Proporção de Professor para Estudante, Citações Científicas, Número de Estudantes Estrangeiros e Corpo Docente Internacional.

Em dois desses indicadores o desempenho da USP se destaca. No quesito Reputação Acadêmica, que avalia a importância que a comunidade acadêmica global dá para o ensino, a pesquisa e o ambiente acadêmico de cada instituição, a Universidade atingiu a 47ª maior pontuação; já em Reputação entre Empregadores, que reflete a opinião dos empregadores sobre a qualidade da formação profissional oferecida, a USP ficou na 90ª posição.

Além da classificação geral, a USP também tem alcançado posições significativas nos rankings específicos da instituição. No QS World University Rankings by Subject, divulgado no dia 26 de fevereiro, a Universidade se destacou em nove áreas, nas quais foi classificada entre as 50 melhores: Odontologia (20ª posição); Ciências do Esporte (27ª); Línguas Modernas (30ª); Engenharia de Minérios e Minas (33ª); Geografia (42ª); Arquitetura (44ª); Direito (45ª); Engenharia Civil (45ª); e Agricultura e Silvicultura (49ª).

Fonte: Jornal da USP

USP é a 51ª melhor universidade do mundo de acordo com o NTU ranking

A USP é a 51ª melhor universidade do mundo, de acordo com o Performance Ranking of Scientific Papers for World Universities 2019, elaborado pela Universidade Nacional de Taiwan (NTU, na sigla em inglês), divulgado hoje, dia 17 de junho. Empatada com a Universidade de Manchester (Reino Unido), a USP subiu uma posição em relação ao ano passado e continua sendo a universidade latino-americana mais bem classificada.

Outras seis instituições brasileiras foram classificadas entre as 500 melhores no ranking geral: a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), classificada em 301º lugar; a Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp), em 327º; a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em 350º; a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), em 407º; a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em 418º; e a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), em 498º.

A primeira colocada foi a Universidade de Harvard, seguida pela Universidade de Stanford e pela Universidade Johns Hopkins, empatadas no segundo lugar.

Nesse ranking, que também avalia as instituições por área do conhecimento, a USP manteve-se entre as 200 melhores nos seis campos avaliados: em Agricultura (16ª posição), em Ciências da Vida (48ª), em Medicina (65ª), em Ciências Naturais (85ª), em Ciências Sociais (125ª) e em Engenharia (175ª).

Na avaliação por áreas de concentração, a Universidade teve destaque em 23 dos 24 itens considerados: Ciências Agrícolas (na 6ª posição), Botânica e Zoologia (10ª), Farmácia e Toxicologia (15ª), Biologia e Bioquímica (22ª), Microbiologia (22ª), Matemática (35ª), Imunologia (38ª), Ecologia e Meio Ambiente (48ª), Ciência Espacial (55ª), Medicina Clínica (58ª), Neurociência e Comportamento (78ª), Biologia Molecular e Genética (84ª), Geociências (84ª), Psiquiatria e Psicologia (93ª), Química (101ª), Engenharia Química (109ª), Física (111ª), Ciências Sociais (114ª), Engenharia Civil (141ª), Engenharia Mecânica (146ª), Ciência da Computação (151ª), Ciência dos Materiais (170ª) e Engenharia Elétrica (194ª).

Publicado desde 2007 pela National Taiwan University, o NTU Ranking avalia e classifica a produção científica de 800 universidades no mundo todo, tendo como base três importantes critérios: produtividade (que representa até 25% da pontuação), impacto (35%) e excelência da pesquisa (40%). O sistema de classificação foi desenvolvido para avaliar o desempenho acadêmico de universidades e dimensionar suas conquistas no que tange à produção científica, comparando a qualidade e a quantidade das pesquisas produzidas. A seleção das universidades é feita a partir da base de dados do Essential Science Indicators (ESI).

Fonte: USP

Conheça os principais tópicos de pesquisa liderados pelo Sistema FMUSP-HC no mundo

Principais tópicos de pesquisa liderados pelo Sistema FMUSP-HC no mundo

Imagine uma base de dados que indexe as principais revistas da comunidade científica de uma área, selecionando todos os artigos dessas revistas e suas citações nos últimos dez anos e dizendo quais são as pesquisas de mais alto desempenho no mundo.

Por exemplo, a área de Neurociência e Comportamento publicou nos últimos dez anos 516.024 artigos, que receberam 9.384.458 citações, em revistas indexadas na Web of Science e foram consideradas as mais citadas apenas 5.197 artigos.

Aquela base de dados existe e se chama Essential Science Indicators (ESI) e ela rotula “highly cited papers” apenas 1% dos artigos mais citados no mundo numa determinada área e ano.

Veja abaixo os percentis dessa área por ano:

Onde, para fazer parte de 1% dos trabalhos mais citados em Neurociência em 2008, o artigo precisa ter ao menos 279 citações e assim por diante. A cada três meses esse quadro é atualizado.

O Sistema FMUSP-HC publicou, no período de 2011 a 2018, um total de 288 top papers em 10 das 22 áreas da ESI com a seguinte distribuição:

Área Distribuição
Clinical Medicine 195
Psychiatry/Psychology 29
Neuroscience & Behavior 21
Social Sciences, General 20
Molecular Biology & Genetics 6
Immunology 6
Biology & Biochemistry 4
Pharmacology & Toxicology 3
Environment/Ecology 3
Physics 1
288

Questões: desses 288 trabalhos publicados, quais lideramos? Em quais revistas foram publicados? E em quais assuntos?

Para responder à primeira pergunta identificamos[1], no universo dos trabalhos, em quais artigos ocupávamos as seguintes posições: primeiro autor (considerado por muitos como o autor principal); último autor (considerado por muitos como a posição do orientador) e autor correspondente (considerado o autor responsável pela intermediação entre o grupo de pesquisa e o editor da revista). O resultado foi que figuramos em 29 trabalhos como primeiro autor; 23 como último autor e 27 como autor correspondente, os quais totalizaram 43 trabalhos.

Abaixo, uma árvore criada com a ferramenta InCites, das primeiras 25 revistas onde os artigos foram publicados.

Para responder à terceira pergunta, selecionamos esses 43 trabalhos e, com a ajuda do software VosViewer, construímos uma rede de palavras usando as key word plus da Web of Science que resultou na seguinte figura:

Os nós maiores equivalem a uma quantidade maior de ocorrências e as cores delimitam áreas.

Os parâmetros utilizados pela base de dados ESI, que identifica pesquisas de alto desempenho, vão além da contagem de artigos publicados e de suas citações, pois consideram também as tendências mundiais. Essas são métricas aceitas na comunidade científica internacional e não refletem o impacto social das descobertas.

Para saber mais sobre essa análise, entre em contato conosco pelo email: biblioteca@fm.usp.br

[1] Este trabalho foi realizado pela Frente de Trabalho – Publicações Internacionais, dentro do Eixo de Internacionalização do Planejamento FMUSP 2019.

Fonte: Biblioteca Central da FMUSP

Problemas respiratórios em pacientes com Parkinson

Ana Takakura, do ICB/USP fala sobre os problemas respiratórios em pacientes com Parkinson.

A doença de Parkinson é conhecida por provocar tremores e dificuldade de movimento, causados por lesões em uma região do cérebro chamada “substância negra”. No entanto, a condição também pode prejudicar as funções respiratórias do indivíduo, principalmente em estágios mais avançados.

A pesquisadora Ana Takakura, do ICB-USP, verificou que esse problema também pode estar associado a lesões no cérebro, em neurônios que controlam a respiração. Ao tratá-los com fotoestimulação (luz), o grupo da pesquisadora conseguiu obter melhores respostas dos neurônios.
Fonte: ICB/USP

 

Interações entre a saliva do mosquito Aedes aegypti e células do sistema imune cutâneo

zikaO Instituto de Ciências Biomédicas – ICB/USP promove dia 19/06/2019, às 12h, a palestra “Interações entre a saliva do mosquito Aedes aegypti e células do sistema imune cutâneo”.

O Aedes aegypti é o vetor de diversas doenças causadas por vírus, como dengue, zika, chikungunya e febre amarela.

Para compreender melhor o processo de transmissão dessas doenças, é fundamental entender como a saliva do mosquito interage com as células da pele – visto que os vírus são transmitidos pela própria saliva do inseto.

E é sobre essa relação que o professor Anderson de Sá Nunes vai comentar na palestra. Ele faz parte do Departamento de Imunologia do ICB e tem grande experiência em temas como inflamação, entomologia médica e fatores imunomoduladores da saliva de artrópodes hematófagos vetores de doenças.

A palestra não requer inscrição.

Informações
Maria Eni do Sacramento Santos
Fone: 3091-7277

Local: Anfiteatro Rosa
Edifício Biomédicas IV
Av. Prof. Lineu Prestes, 1730 – Cidade Universitária

Fonte: ICB/USP