Seminário sobre uso de novas tecnologias como ferramenta pedagógica

No dia 24 de abril, a discussão sobre o uso de novas tecnologias como forma de incrementar o ensino na faculdade toma conta do ICB-USP através da palestra “O smartphone como uma ferramenta pedagógica no ensino de ciências biomédicas” que será ministrada pelo Professor Adjunto da UNIFESP, Camilo Lellis-Santos.

Lellis ainda possui doutorado e pós-doutorado em Fisiologia Humana, pelo ICB, e atualmente coordena pesquisas em ciências da aprendizagem e estratégicas didáticas no ensino de ciências com ênfase no uso de smartphones e tecnologias móveis no ensino.

A entrada é gratuita, aberta ao público e não necessita de inscrição. O evento ocorre às 12h30.

Local:
Anfiteatro Azul do Edifício ICB IV
Av. Prof. Lineu Prestes, nº 1730

Fonte: ICB/USP

 

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ICB promove curso de empreendedorismo

A imagem pode conter: 1 pessoa, textoA Universidade de São Paulo, através da Agência USP de Inovação, foi uma das dez instituições de ensino superior selecionadas no Edital Endeavor-SEBRAE, que visa incentivar o empreendedorismo dentro das universidades. O resultado dessa iniciativa foi o curso de extensão “Mão na massa: aprendendo a empreender” que será realizado pelo ICB-USP entre os dias 16 de abril e 28 de maio e que contará com o apoio do SEBRAE, Endeavor, Agência USP de Inovação e Startup Design.

Voltado para os pós-graduandos, mestres, doutores e pós-doutores da USP, o curso de extensão objetiva expor os conceitos e técnicas de empreendedorismo que serão apresentados durantes aulas presenciais e onlines, divididas em três módulos: 1. Autoconhecimento – A carreira empreendedora; 2. Descoberta – Oportunidade de alto impacto; 3. Criação de Startups com poucos recursos.

Ao final do curso espera-se que os aluno estejam aptos para mapear oportunidades de negócio, definir seu diferencial competitivo, identificar tendências e construir um modelo próprio de negócio.

Para saber os requisitos, etapas de seleção e inscrição, acesse o edital do curso através do site: https://ww2.icb.usp.br/icb/mao-na-massa/

 

Fonte: ICB/USP

ICB da USP testa moléculas com potencial terapêutico para combater a Febre Amarela

Cientistas descobrem compostos com potencial de tratar febre amarela

Pesquisadores do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP identificaram compostos (moléculas) já testados e farmacologicamente ativos para outras doenças e que apresentam potencial para tratar a febre amarela. Os testes foram realizados em culturas de células humanas de fígado infectadas pelo vírus causador da doença. Os cientistas testaram 1.280 compostos e 88 deles (6,9%) reduziram a infecção em 50% ou mais. A estratégia é conhecida como “reposicionamento de fármacos” e pode encurtar em vários anos a chegada de medicamentos do laboratório até as farmácias.

Das moléculas mais promissoras, duas delas também tiveram eficácia contra o vírus da dengue. O estudo traz resultados inéditos ao localizar compostos de amplo espectro de funções farmacológicas, mas não descritos como anti-febre amarela, o que oferece uma oportunidade para a desenvolvimento de fármacos específicos para o tratamento dessa doença que se configura como um problema de saúde pública brasileira e alarma a comunidade internacional.

Eletromicrografia de transmissão do vírus da febre amarela – Foto: Erskine Palmer, Ph.D. – Centers for Disease Control and Prevention Publich Health Image Library / Domínio público via Wikimedia Commons

De acordo com o pesquisador Lúcio Freitas-Júnior, um dos autores da pesquisa, para desenvolver uma droga desde o começo, ou seja, descobrindo uma molécula, pode-se levar de 10 a 12 anos, a um custo de até alguns bilhões de reais. Isso porque os processos de desenvolvimento de fármacos seguem fases de teste in vitro ou in vivo em modelos experimentais, além de testes de segurança, para que depois sejam iniciadas as fases de teste clínico, em humanos. Esse processo leva muito tempo e dinheiro.

“A partir da estratégia de reposicionamento de fármacos, quando você começa a partir de algo que já foi testado e que já existe uma indicação boa, você está encurtando esse tempo para 2 a 4 anos, a um custo reduzido”, afirma o cientista.

O trabalho foi desenvolvido pelos pesquisadores do ICB Carolina B. Moraes e Denise Pilger; professor Paolo Zanotto, do Departamento de Microbiologia; Sabrina Queiroz e Laura Gil, da Fiocruz; além de Freitas-Júnior. O artigo Drug repurposing for yellow fever using high content screening descreve a pesquisa e foi publicado na repositório Biorxiv.

 

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Fonte: Jornal da USP

 

 

 

 

 

Saiba mais sobre a vacina contra a Febre Amarela

Pensando na relevância do tema o Instituto de Ciências Biomédicas – USP / (ICB-USP)
fez um infográfico com várias informações importantes.

  • Como funciona a vacina;
  • Pessoas que não podem tomar;
  • Diferença entre a dose integral e a fracionada.

Confira as informações abaixo:

Fonte: ICB/USP

Descoberto hormônio que pode ajudar na proteção das células cerebrais

Uma pesquisa realizada no Departamento de Farmacologia do ICB, mostrou os potenciais de uso do hormônio ouabaína como agente protetor das células cerebrais.

Segundo a pesquisa desenvolvida pela doutoranda Paula Kinoshita com orientação do Prof dr. Cristoforo Scavone, após induzir uma inflamação nas células da glia e administrar o ouabaína, foi constatado uma reversão no processo inflamatório nas células cerebrais, o que mostrou o seu efeito protetor em casos.

O estudo abre caminhos para que no futuro novos fármacos contra doenças neurodegenerativas, como o Parkinson e o Alzheimer, possam ser desenvolvidos.

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Fonte: USP

Câncer de tireoide: novas descobertas

O câncer de tireoide é uma doença com bons índices de cura na maioria dos casos. Em 5% dos pacientes, porém, o tumor torna-se refratário aos tratamentos disponíveis e capaz de se disseminar pelo corpo e causar a morte.

Em um estudo conduzido no Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da Universidade de São Paulo (USP), pesquisadores descobriram que, à medida que o tumor se torna mais agressivo, ocorre queda na expressão de 52 microRNAs – pequenas moléculas de RNA que não codificam proteínas, mas desempenham função regulatória em diversos processos celulares.

A investigação foi realizada durante o pós-doutorado de Murilo Vieira Geraldo, com apoio da FAPESP e supervisão da professora do ICB-USP Edna Teruko Kimura.

Os resultados foram divulgados em artigo publicado na revista Oncotarget.

“Os dados obtidos até agora sugerem que esses microRNAs podem ser explorados como supressores tumorais. A ideia seria restaurar o nível dessas moléculas no tumor e verificar se, desse modo, conseguimos impedir a progressão da doença”, disse Geraldo, que atualmente é professor do Instituto de Biologia (IB) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Como contou o pesquisador, a maior parte dos experimentos de seu pós-doutorado foram feitos em um modelo de camundongo geneticamente modificado. Nesse animal, o gene BRAF encontra-se mutado somente na tireoide. A alteração é similar à encontrada frequentemente em pacientes com tumores na tireoide ou com melanoma.

“Quando essa mutação está presente, o câncer costuma ser mais agressivo. No caso dos camundongos, com apenas cinco semanas de vida eles já apresentam um tumor grande, com arquitetura tecidual característica de um carcinoma papilífero de tireoide. Esse modelo mimetiza o que acontece com esses 5% dos pacientes que morrem em decorrência da progressão da doença”, contou Geraldo.

O primeiro passo foi avaliar, à medida que a doença progredia nos camundongos, como se modificava a expressão dos microRNAs de uma maneira geral. Os cientistas então identificaram um grupo de moléculas com comportamento muito similar: altamente expressas nos animais mais jovens, com tumores menos agressivos, e reduzidas nos casos mais avançados.

Os cientistas então investigaram em qual região do genoma esses microRNAs eram codificados e descobriram que trata-se de um local conhecido como braço longo do cromossomo 14 (banda cromossômica 14q32).

 

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Fonte: FAPESP

Vaga de estágio para pós-graduação no ICB/USP

| Oportunidade de estágio no ICB |

O Laboratório de Regulação da Expressão Gênica em Eucariotos do ICB acaba de abrir uma vaga de estágio em Splicing de microRNAs e câncer para alunos de Pós-graduação.

Os interessados devem enviar o currículo para a Profa. Dra. Patricia Coltri através do e-mail coltri@usp.br.

Fonte: ICB/USP